Contra reforma da previdência, movimentos sociais e sindicatos fazem protesto, em AL
Integrantes de movimentos sociais e sindicatos fazem uma mobilização na manhã desta sexta-feira (31), em Maceió, contra as reformas da Previdência e Trabalhista, propostas pelo governo federal. Os manifestantes se reunem na Praça Deodoro, no Centro, para protestar. Rodoviários paralisaram as atividades e ônibus deixaram de circular nesta manhã.
O protesto começou por volta de 10h, na Praça Deodoro, de onde os menifestantes saíram em caminhada pelas ruas do centro. Eles pararam em frente ao prédio do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). O ato deixou o trânsito parado na região.
A organização do movimento estima que cinco mil pessoas participam do ato. A Polícia Militar estimou que mais de mil pessoas participaram.
A presidente da Central Única de Trabalhadores (CUT), Rilda Alves, informou que esse ato também é para chamar a atentão dos deputados federais. "Vamos seguir na luta, chamando a atenção dos deputados federais para que eles sejam contra a reforma", afirma.
O diretor de política da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal), Carlos Muller, disse que a reforma prejudica os trabalhadores da Universidade. "Afeta todo o plano de carreira e toda a comunidade. Com essa reforma ninguém mais vai se aposentar", reclama.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal) informou, por meio da assessoria de comunicação, que os servidores também aderiram a mobilização nacional contra a reforma da previdência.
Os rodoviários pararam os ônibus a partir da Praça Centenário, no Farol. Os ônibus que têm como trajeto o Centro não circulam. A previsão é que o serviço seja retomado no início da tarde.
Com a paralisação dos rodoviários, se formou um corredor de ônibus em uma das faixas da Avenida Fernandes Lima. O trânsito ficou livre nas outras duas faixas da via.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Alagoas (Sinttro-AL), Écio Ângelo, o local foi escolhido pois é o corredor de maior circulação de ônibus da capital. Ele não sabe estimar a quantidade de ônibus que estão parados, mas afirma que cerca de 3 mil pessoas estão sendo afetadas pela paralisação.
"Não podemos aceitar de braços cruzados, temos que ir às ruas lutar. Caso essa reforma seja aplicada, vai prejudicar os trabalhadores mais ainda", defende Ângelo.
Usuários que aguardam o transporte disseram que não sabiam da paralisação. A psicóloga Josete Duarte, 76, estava saindo do Salvador Lyra para o Poço, quando o ônibus em que estava parou.
"Eu estou aqui há meia hora esperando minha neta me pegar de carro. Estava inocente, não sabia da paralisação. Houve briga dentro do ônibus, uns caras queriam até incendiar o ônibus", lembra a usuária.
O protesto começou por volta de 10h, na Praça Deodoro, de onde os menifestantes saíram em caminhada pelas ruas do centro. Eles pararam em frente ao prédio do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). O ato deixou o trânsito parado na região.
A organização do movimento estima que cinco mil pessoas participam do ato. A Polícia Militar estimou que mais de mil pessoas participaram.
A presidente da Central Única de Trabalhadores (CUT), Rilda Alves, informou que esse ato também é para chamar a atentão dos deputados federais. "Vamos seguir na luta, chamando a atenção dos deputados federais para que eles sejam contra a reforma", afirma.
O diretor de política da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal), Carlos Muller, disse que a reforma prejudica os trabalhadores da Universidade. "Afeta todo o plano de carreira e toda a comunidade. Com essa reforma ninguém mais vai se aposentar", reclama.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal) informou, por meio da assessoria de comunicação, que os servidores também aderiram a mobilização nacional contra a reforma da previdência.
Os rodoviários pararam os ônibus a partir da Praça Centenário, no Farol. Os ônibus que têm como trajeto o Centro não circulam. A previsão é que o serviço seja retomado no início da tarde.
Com a paralisação dos rodoviários, se formou um corredor de ônibus em uma das faixas da Avenida Fernandes Lima. O trânsito ficou livre nas outras duas faixas da via.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Alagoas (Sinttro-AL), Écio Ângelo, o local foi escolhido pois é o corredor de maior circulação de ônibus da capital. Ele não sabe estimar a quantidade de ônibus que estão parados, mas afirma que cerca de 3 mil pessoas estão sendo afetadas pela paralisação.
"Não podemos aceitar de braços cruzados, temos que ir às ruas lutar. Caso essa reforma seja aplicada, vai prejudicar os trabalhadores mais ainda", defende Ângelo.
Usuários que aguardam o transporte disseram que não sabiam da paralisação. A psicóloga Josete Duarte, 76, estava saindo do Salvador Lyra para o Poço, quando o ônibus em que estava parou.
"Eu estou aqui há meia hora esperando minha neta me pegar de carro. Estava inocente, não sabia da paralisação. Houve briga dentro do ônibus, uns caras queriam até incendiar o ônibus", lembra a usuária.
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