Servidores públicos da Educação de Alagoas encerram greve
Servidores públicos da Educação de Alagoas encerraram nesta quarta-feira (29) a greve da categoria após 13 dias de mobilização. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal), a decisão foi tomada em uma assembleia na terça (28).
O Sinteal ressalta que os servidores seguem mobilizados em defesa dos direitos e contra a reforma da previdência e trabalhista, mas que avaliaram que o melhor era voltar às aulas e dialogar com os estudantes e pais sobre o momento em que o país vive.
"A liberação total da terceirização recentemente aprovada pode destruir os concursos públicos e os direitos duramente conquistados como o Piso Nacional, Planos de Carreira e, inclusive as exigências de qualificação profissional para professores e funcionários de escola”, disse a presidenta do Sinteal, Consuelo Correia.
Segundo o Sinteal, a mobilização segue a pauta nacional da categoria que rejeita a reforma da Previdência e exigem o cumprimento do piso nacional. No estado, os professores cobram a Database das redes estadual e municipal e o reajuste salarial, de 7,64% para todos os professores e funcionários da escola.
Sobre as reivindicações locais, a assessoria da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que o processo do piso salarial está na Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) e será pago com retroativo de janeiro.
O Sinteal ressalta que os servidores seguem mobilizados em defesa dos direitos e contra a reforma da previdência e trabalhista, mas que avaliaram que o melhor era voltar às aulas e dialogar com os estudantes e pais sobre o momento em que o país vive.
"A liberação total da terceirização recentemente aprovada pode destruir os concursos públicos e os direitos duramente conquistados como o Piso Nacional, Planos de Carreira e, inclusive as exigências de qualificação profissional para professores e funcionários de escola”, disse a presidenta do Sinteal, Consuelo Correia.
Segundo o Sinteal, a mobilização segue a pauta nacional da categoria que rejeita a reforma da Previdência e exigem o cumprimento do piso nacional. No estado, os professores cobram a Database das redes estadual e municipal e o reajuste salarial, de 7,64% para todos os professores e funcionários da escola.
Sobre as reivindicações locais, a assessoria da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que o processo do piso salarial está na Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) e será pago com retroativo de janeiro.
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