Vírus da febre amarela é encontrado em primata morto em Maceió
O vírus da febre amarela foi encontrado em um primata morto na mata do Tabuleiro dos Martins, na parte alta de Maceió. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) nesta terça-feira (28).
A Sesau afirma que o sagui foi encontrado na mata no mês de janeiro e o Centro de Controle de Zoonoses de Maceió (CCZ) foi acionado para coletar amostras. Em seguida, o material coletado foi analisado pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará.
De acordo com a Secretaria, apesar da descoberta, não há motivos para pânico da população, uma vez que primatas, apesar de contraírem a doença, não a transmitem aos seres humanos.
A Sesau afirma que secretário de Estado da Saúde, Christian Teixeira, está adotando medidas preventivas.
O secretário vai se reunir na próxima quarta-feira (29), com a equipe do Ministério da Saúde (MS) para alinhar providências, o que também pode resultar no aumento do quantitativo de vacinas destinadas a Alagoas.
A Sesau explica que a recomendação da vacina contra febre amarela, segundo protocolo do MS, é apenas para quem irá viajar para regiões endêmicas, que não é o caso de Alagoas.
Viajantes que precisem ir até locais com zona de risco devem ir em determinadas unidades de saúde.
Transmissão
Há duas formas de transmissão e de febre amarela. Uma é a silvestre; a outra, urbana. Na primeira, a infecção é entre macacos e mosquitos silvestres, que só vivem na floresta.
O infectologista Aloísio Falqueto explica que caso uma pessoa seja picada na floresta pelo mosquito e depois é picada pelo Aedes aegypti na cidade e transmite o vírus a outras pessoas, é caracterizada a febre amarela urbana.
Ou seja, o mesmo mosquito que transmite a dengue, a zika e a chikungunya é o responsável por disseminar, em área urbana, a febre amarela.
Em sua forma mais branda, a febre amarela se parece com uma virose simples. Pode apresentar febre, mal-estar, enjoos, vômitos e dores musculares. Na mais grave, icterícia (coloração amarelada de pele e olhos), urina escura, falência renal, falência do fígado e de outros órgãos e até morte.
A Sesau afirma que o sagui foi encontrado na mata no mês de janeiro e o Centro de Controle de Zoonoses de Maceió (CCZ) foi acionado para coletar amostras. Em seguida, o material coletado foi analisado pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará.
De acordo com a Secretaria, apesar da descoberta, não há motivos para pânico da população, uma vez que primatas, apesar de contraírem a doença, não a transmitem aos seres humanos.
A Sesau afirma que secretário de Estado da Saúde, Christian Teixeira, está adotando medidas preventivas.
O secretário vai se reunir na próxima quarta-feira (29), com a equipe do Ministério da Saúde (MS) para alinhar providências, o que também pode resultar no aumento do quantitativo de vacinas destinadas a Alagoas.
A Sesau explica que a recomendação da vacina contra febre amarela, segundo protocolo do MS, é apenas para quem irá viajar para regiões endêmicas, que não é o caso de Alagoas.
Viajantes que precisem ir até locais com zona de risco devem ir em determinadas unidades de saúde.
Transmissão
Há duas formas de transmissão e de febre amarela. Uma é a silvestre; a outra, urbana. Na primeira, a infecção é entre macacos e mosquitos silvestres, que só vivem na floresta.
O infectologista Aloísio Falqueto explica que caso uma pessoa seja picada na floresta pelo mosquito e depois é picada pelo Aedes aegypti na cidade e transmite o vírus a outras pessoas, é caracterizada a febre amarela urbana.
Ou seja, o mesmo mosquito que transmite a dengue, a zika e a chikungunya é o responsável por disseminar, em área urbana, a febre amarela.
Em sua forma mais branda, a febre amarela se parece com uma virose simples. Pode apresentar febre, mal-estar, enjoos, vômitos e dores musculares. Na mais grave, icterícia (coloração amarelada de pele e olhos), urina escura, falência renal, falência do fígado e de outros órgãos e até morte.
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