Polícia Federal faz buscas no Tribunal de Contas do Estado de Alagoas
A Polícia Federal faz buscas no Tribunal de Contas do Estado (TCE) de Alagoas na manhã desta terça-feira (28). A informação é de que a ação faz parte da operação Rodoleiro, que investiga servidores e conselheiros do órgão suspeitos de integrar um esquema de fraudes no pagamento da folha salarial, mas a PF ainda não confirma o motivo.
Os policias estão recolhendo informações junto ao setor de Tecnologia da Informação do órgão. O procurador-geral adjunto do TCE, Linaldo Freitas, explicou que as buscas da PF são um desdobramento de uma operação para apurar fatos relativos dos anos de 2005 a 2010.
“Esse processo tramitava no STJ [Superior Tribunal de Justiça] e a maioria delas tinha foro privilegiado. Foi um desdobramento dessa investigação porque as pessoas perderam o foro e parte do processo foi deslocado para o primeiro grau de jurisdição aqui em Alagoas", falou.
Freitas disse que o processo tramita na 2ª Vara Federal e o juiz responsável emitiu uma ordem para buscar informações complementares àquelas que já haviam sido dadas. “A Polícia Federal chegou aqui, solicitou as informações e elas estão sendo fornecidas a contento. O Tribunal vai oferecer todas as informações necessárias", falou.
Sobre as buscas, o procurador-geral adjunto disse que não houve apreensão, mas que foram solicitadas informações relativa a folha de pagamento do órgão e fichas funcionais de servidores.
A operação Rodoleiro foi deflagrada em 2011 pela PF. Além dos servidores e conselheiros, funcionários de um banco privado são suspeitos de participarem do esquema que fraudou restituições do Imposto de Renda e a folha salarial do órgão. O esquema teria movimentado mais de R$ 60 milhões.
Na ocasião, a PF solicitou à Receita Federal uma análise minuciosa das declarações de Imposto de Renda retido na fonte – DIRFs do TCE/AL e descobriu mais ilegalidades, a exemplo de pessoas mortas ou que nunca possuíram nenhum vínculo com o Tribunal apresentando a declaração à RF.
Em 2013, foi ajuizada ação civil pública pelo Ministério Público do Estado (MP-AL) de responsabilidade por atos de improbidade administrativa contra oito pessoas, dentre servidores do TCE/AL e funcionários do Banco Bradesco, pelo desvio de recursos na Corte de Contas.
No dia 15 deste mês, o MP processou os conselheiros aposentados Isnaldo Bulhões Barros e Luiz Eustáquio Toledo por envolvimento no esquema.
Os policias estão recolhendo informações junto ao setor de Tecnologia da Informação do órgão. O procurador-geral adjunto do TCE, Linaldo Freitas, explicou que as buscas da PF são um desdobramento de uma operação para apurar fatos relativos dos anos de 2005 a 2010.
“Esse processo tramitava no STJ [Superior Tribunal de Justiça] e a maioria delas tinha foro privilegiado. Foi um desdobramento dessa investigação porque as pessoas perderam o foro e parte do processo foi deslocado para o primeiro grau de jurisdição aqui em Alagoas", falou.
Freitas disse que o processo tramita na 2ª Vara Federal e o juiz responsável emitiu uma ordem para buscar informações complementares àquelas que já haviam sido dadas. “A Polícia Federal chegou aqui, solicitou as informações e elas estão sendo fornecidas a contento. O Tribunal vai oferecer todas as informações necessárias", falou.
Sobre as buscas, o procurador-geral adjunto disse que não houve apreensão, mas que foram solicitadas informações relativa a folha de pagamento do órgão e fichas funcionais de servidores.
A operação Rodoleiro foi deflagrada em 2011 pela PF. Além dos servidores e conselheiros, funcionários de um banco privado são suspeitos de participarem do esquema que fraudou restituições do Imposto de Renda e a folha salarial do órgão. O esquema teria movimentado mais de R$ 60 milhões.
Na ocasião, a PF solicitou à Receita Federal uma análise minuciosa das declarações de Imposto de Renda retido na fonte – DIRFs do TCE/AL e descobriu mais ilegalidades, a exemplo de pessoas mortas ou que nunca possuíram nenhum vínculo com o Tribunal apresentando a declaração à RF.
Em 2013, foi ajuizada ação civil pública pelo Ministério Público do Estado (MP-AL) de responsabilidade por atos de improbidade administrativa contra oito pessoas, dentre servidores do TCE/AL e funcionários do Banco Bradesco, pelo desvio de recursos na Corte de Contas.
No dia 15 deste mês, o MP processou os conselheiros aposentados Isnaldo Bulhões Barros e Luiz Eustáquio Toledo por envolvimento no esquema.
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