Em represália ao Uber, taxistas prometem 'parar Maceió'
O diretor do Sindicato dos Taxistas de Alagoas (Sintaxi), Tiago Holanda, afirmou que a categoria promete realizar uma manifestação em Maceió nos dias 11 e 25 de abril e que a cidade vai parar.
Em represália à atividade desenvolvida por transportadores de aplicativos, especificamente do Uber, o Sintaxi pretende mobilizar os mais de três mil taxistas que trabalham na capital além de empresas que desenvolvem atividades em parceria.
“Já nos reunimos com os proprietários das companhias de rádio que trabalham em parceria e recebem os chamados dos clientes e elas também vão cruzar os braços. Nos dias da mobilização não haverá atendimentos aos clientes via rádio”, comunicou o diretor do Sintaxi.
Indignado com a disparidade de valores praticados pelos motoristas do Uber, Tiago reforçou que não acha certo “colocar uma profissão centenária no lixo” e ainda disse não concordar com o preço praticado pelo Uber afirmando que “eles são clandestinos e isso é um trabalho irregular”.
Para não prejudicar a população e “não pegar ninguém de surpresa” a categoria vai realizar panfletagem e utilizar carros de som para comunicar sobre o ato que vai fechar as principais vias da capital alagoana e pretende “travar Maceió”, destacou Tiago.
A categoria realizará essa mobilização também em relação ao Projeto de Lei 5587/2016. Caso este seja aprovado, a Uber e outras empresas que atuam no segmento terão que interromper suas atividades.
Em represália à atividade desenvolvida por transportadores de aplicativos, especificamente do Uber, o Sintaxi pretende mobilizar os mais de três mil taxistas que trabalham na capital além de empresas que desenvolvem atividades em parceria.
“Já nos reunimos com os proprietários das companhias de rádio que trabalham em parceria e recebem os chamados dos clientes e elas também vão cruzar os braços. Nos dias da mobilização não haverá atendimentos aos clientes via rádio”, comunicou o diretor do Sintaxi.
Indignado com a disparidade de valores praticados pelos motoristas do Uber, Tiago reforçou que não acha certo “colocar uma profissão centenária no lixo” e ainda disse não concordar com o preço praticado pelo Uber afirmando que “eles são clandestinos e isso é um trabalho irregular”.
Para não prejudicar a população e “não pegar ninguém de surpresa” a categoria vai realizar panfletagem e utilizar carros de som para comunicar sobre o ato que vai fechar as principais vias da capital alagoana e pretende “travar Maceió”, destacou Tiago.
A categoria realizará essa mobilização também em relação ao Projeto de Lei 5587/2016. Caso este seja aprovado, a Uber e outras empresas que atuam no segmento terão que interromper suas atividades.
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