Agentes param serviços e visitas são suspensas nos presídios de Alagoas
Todas as visitas no sistema prisional de Alagoas estão suspensas neste fim de semana. A suspensão ocorre devido à paralisação dos agentes penitenciários. O atendimento de advogados e recebimento de materiais no complexo também ficam comprometidos neste período. Na manhã deste sábado (25), centenas de mulheres chegaram a ir aos presídios para as visitas íntimas, mas foram impedidas de entrar.
De acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas ficam mantidos os serviços de alimentação dos reeducandos e dos servidores, além dos atendimentos de saúde considerados de urgência e emergência.
Os trabalhadores dizem que a mobilização é resultado de um parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que pede o corte do adicional de periculosidade do servidor que estiver no mês de férias ou em licença superior ao período de quatro dias.
A medida defendida pela Procuradoria-Geral vai atingir todos os agentes que despenham suas funções de forma legal. Os trabalhadores alegam que, mesmo em férias ou em período de licença, não deixam de ser agentes.
Os agentes informaram da intenção da paralisação na última terça-feira. No dia seguinte, uma comissão do sindicato foi convidada para uma reunião na sede da Secretaria de Estado de Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), onde foi apresentada uma alternativa. A categoria analisou a proposta, na assembleia desta sexta-feira, mas decidiu rejeitá-la.
O governo do Estado informou que está em constante negociação com a categoria para atender ao pleito.
De acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas ficam mantidos os serviços de alimentação dos reeducandos e dos servidores, além dos atendimentos de saúde considerados de urgência e emergência.
Os trabalhadores dizem que a mobilização é resultado de um parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que pede o corte do adicional de periculosidade do servidor que estiver no mês de férias ou em licença superior ao período de quatro dias.
A medida defendida pela Procuradoria-Geral vai atingir todos os agentes que despenham suas funções de forma legal. Os trabalhadores alegam que, mesmo em férias ou em período de licença, não deixam de ser agentes.
Os agentes informaram da intenção da paralisação na última terça-feira. No dia seguinte, uma comissão do sindicato foi convidada para uma reunião na sede da Secretaria de Estado de Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), onde foi apresentada uma alternativa. A categoria analisou a proposta, na assembleia desta sexta-feira, mas decidiu rejeitá-la.
O governo do Estado informou que está em constante negociação com a categoria para atender ao pleito.
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