TCE-AL adia votação da prestação de contas do governo Teotonio Vilela
O Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE-AL) adiou, durante sessão especial nesta quarta-feira (22), a votação da prestação de contas do ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), referente ao exercício de 2011.
A sessão foi suspensa porque a conselheira Maria Cleide Beserra solicitou um pedido de vistas do processo. Com isso, a votação será retomada no dia 30 deste mês, às 10h, conforme decisão da conselheira-presidente, Rosa Albuquerque.
Segundo a assessoria do TCE, na sessão de hoje foram lidos os pareceres do Ministério Público de Contas e do relator do processo, conselheiro Anselmo Brito. Ambos se posicionam pela rejeição da prestação de Contas, em função de uma série de irregularidades apontadas.
De acordo com o TCE, um dos problemas elencados pelo conselheiro Anselmo Brito para justificar seu voto contrário à aprovação das contas foi relacionado à abertura de créditos adicionais acima do autorizado em lei, sem norma específica ou sem as formalidades constitucionais.
Além disso, foram apontados gastos com saúde e educação, abaixo dos limites constitucionais, de 12% e 25%, respectivamente, como também a dedução indevida de valores destinados ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), acarretando em base menor para o cálculo do cumprimento dos limites de gastos com essas duas áreas.
Outro aspecto negativo apontado é a constatação de dívida consolidada 5 vezes acima do limite fiscal constitucional do Estado.
Na sessão desta quarta-feira, além da leitura dos relatórios do MP de Contas e do relator, conselheiro Anselmo Brito, também foi concedido espaço para manifestação oral da defesa do ex-governador, executada pelo advogado Alex Richa.
A sessão foi suspensa porque a conselheira Maria Cleide Beserra solicitou um pedido de vistas do processo. Com isso, a votação será retomada no dia 30 deste mês, às 10h, conforme decisão da conselheira-presidente, Rosa Albuquerque.
Segundo a assessoria do TCE, na sessão de hoje foram lidos os pareceres do Ministério Público de Contas e do relator do processo, conselheiro Anselmo Brito. Ambos se posicionam pela rejeição da prestação de Contas, em função de uma série de irregularidades apontadas.
De acordo com o TCE, um dos problemas elencados pelo conselheiro Anselmo Brito para justificar seu voto contrário à aprovação das contas foi relacionado à abertura de créditos adicionais acima do autorizado em lei, sem norma específica ou sem as formalidades constitucionais.
Além disso, foram apontados gastos com saúde e educação, abaixo dos limites constitucionais, de 12% e 25%, respectivamente, como também a dedução indevida de valores destinados ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), acarretando em base menor para o cálculo do cumprimento dos limites de gastos com essas duas áreas.
Outro aspecto negativo apontado é a constatação de dívida consolidada 5 vezes acima do limite fiscal constitucional do Estado.
Na sessão desta quarta-feira, além da leitura dos relatórios do MP de Contas e do relator, conselheiro Anselmo Brito, também foi concedido espaço para manifestação oral da defesa do ex-governador, executada pelo advogado Alex Richa.
Últimas Notícias
Oportunidades
Produção de 46 mestres e artesãos alagoanos ganha o mundo a partir desta segunda, na Semana de Design de Milão 2026
Polícia
Advogado de professor preso acusado de pedofilia em Murici se manifesta, em Maceió
Maceió
Inscrições do PSS da Educação, com mais de 5.700 vagas, terminam nesta sexta-feira
Saúde
Uncisal promove a primeira corrida de rua dia 31 de maio
Saúde
3ª Câmara Cível mantém decisão que determina cobertura da internação domiciliar de paciente com ELA
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Assinatura de Ordem de Serviço Vale do Perucaba
OPORTUNIDADE
Novo residencial a preço acessível é lançado em Arapiraca
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É

