Campanha arrecada doações para o tratamento de bebê; entenda
Ame Joaquim. A frase corriqueira ganhou uma conotação diferente para os pais do pequeno Joaquim, de apenas cinco meses. Alexandre Marques e Marina Ambrósio usam a internet para arrecadar doações para o tratamento da grave doença do filho.
AME - sigla para a rara doença; Atrofia Muscular Espinhal Tipo I, é uma patologia genética e degenerativa. Ou seja, necessita de tratamento o quanto antes, caso contrário o paciente corre risco sério de morte.
Os pais criaram uma página no Facebook e um canal para doações pelo site Vakinha. Nele, Alexandre explica que para o tratamento de Joaquim é necessário uma quantia de 100 mil dólares – aproximadamente R$ 370 mil.
O pai conta que este valor prevê somente as quatro primeiras injeções que dão inicio ao tratamento e são muito importantes para estabilizar o quadro de Joaquim.
A doença
A Atrofia Muscular Espinhal é uma doença muito rara, afetando aproximadamente 1 em cada 10.000 nascimentos. Existem três tipos da doença e nenhuma delas possui cura definitiva. No entanto, a fisioterapia, os bons cuidados no acompanhamento clínico e alguns aparelhos ortopédicos ajudam a manter a independência destas crianças, a função de seus músculos e a integridade física e mental, principalmente nos tipos II e III.
Joaquim nasceu com o tipo I da doença, um dos mais perigosos. Por ser degenerativo, ele precisa começar o tratamento o quanto antes. A fisioterapia vem o ajudando, mas ainda não é o suficiente. Sem o tratamento por meio do medicamento, a expectativa de vida para os portadores do Tipo I é de apenas dois anos.
Segundo os pais, o bebê não mexe os braços, pescoço, pernas e até mesmo tem dificuldade de deglutir e respirar. Atualmente, Joaquim respira e se alimenta por meio de aparelhos e sondas.
Além do mais, não existem profissionais específicos da área em Ribeirão Preto. A maioria atende em São Paulo e no Rio de Janeiro, tendo um custo extra para a família ao ter que se deslocar até os grandes centros.
Tratamento
Foi descoberto recentemente um medicamento chamado Spinraza que faz com que a doença não avance mais. Existem casos de crianças que fizeram o uso do medicamento e já se alimentam pela boca, conseguem movimentar seus braços e pernas e já respiram sem a ajuda de aparelhos.
Todavia, o remédio só chegará ao Brasil no final de 2017. Não podendo mais esperar, a família de Joaquim criou a campanha para importar o Spiranza para o Brasil.
Ajude
São aceitas doações de todos os valores pela página do Vakinha. Ou também, diretamente pela conta bancária de Alexandre.
Dados: Banco Bradesco – Agência 2829. Conta Poupança: 1009106-3. CPF: 515.502-628-82 – Joaquim Okano Ambrosio Marques.
Caso não possa colaborar, ajude a divulgar esta matéria e a página do Ame Joaquim no Facebook.
AME - sigla para a rara doença; Atrofia Muscular Espinhal Tipo I, é uma patologia genética e degenerativa. Ou seja, necessita de tratamento o quanto antes, caso contrário o paciente corre risco sério de morte.
Os pais criaram uma página no Facebook e um canal para doações pelo site Vakinha. Nele, Alexandre explica que para o tratamento de Joaquim é necessário uma quantia de 100 mil dólares – aproximadamente R$ 370 mil.
O pai conta que este valor prevê somente as quatro primeiras injeções que dão inicio ao tratamento e são muito importantes para estabilizar o quadro de Joaquim.
A doença
A Atrofia Muscular Espinhal é uma doença muito rara, afetando aproximadamente 1 em cada 10.000 nascimentos. Existem três tipos da doença e nenhuma delas possui cura definitiva. No entanto, a fisioterapia, os bons cuidados no acompanhamento clínico e alguns aparelhos ortopédicos ajudam a manter a independência destas crianças, a função de seus músculos e a integridade física e mental, principalmente nos tipos II e III.
Joaquim nasceu com o tipo I da doença, um dos mais perigosos. Por ser degenerativo, ele precisa começar o tratamento o quanto antes. A fisioterapia vem o ajudando, mas ainda não é o suficiente. Sem o tratamento por meio do medicamento, a expectativa de vida para os portadores do Tipo I é de apenas dois anos.
Segundo os pais, o bebê não mexe os braços, pescoço, pernas e até mesmo tem dificuldade de deglutir e respirar. Atualmente, Joaquim respira e se alimenta por meio de aparelhos e sondas.
Além do mais, não existem profissionais específicos da área em Ribeirão Preto. A maioria atende em São Paulo e no Rio de Janeiro, tendo um custo extra para a família ao ter que se deslocar até os grandes centros.
Tratamento
Foi descoberto recentemente um medicamento chamado Spinraza que faz com que a doença não avance mais. Existem casos de crianças que fizeram o uso do medicamento e já se alimentam pela boca, conseguem movimentar seus braços e pernas e já respiram sem a ajuda de aparelhos.
Todavia, o remédio só chegará ao Brasil no final de 2017. Não podendo mais esperar, a família de Joaquim criou a campanha para importar o Spiranza para o Brasil.
Ajude
São aceitas doações de todos os valores pela página do Vakinha. Ou também, diretamente pela conta bancária de Alexandre.
Dados: Banco Bradesco – Agência 2829. Conta Poupança: 1009106-3. CPF: 515.502-628-82 – Joaquim Okano Ambrosio Marques.
Caso não possa colaborar, ajude a divulgar esta matéria e a página do Ame Joaquim no Facebook.
Últimas Notícias
Polícia
PM prende suspeito de furto qualificado em estabelecimento comercial na Ponta Verde
Justiça
Companhia aérea deve indenizar casal que teve voo cancelado para Alagoas por falha técnica
Brasil / Mundo
Leilão da Receita tem iPhone 17 por R$ 4.600 e guitarra Fender por R$ 500
Cidades
Suspeita de falha elétrica provoca incêndio em mercadinho de Feira Grande
Polícia
Polícia Civil investiga tentativa de roubo com uso de arma de fogo em Maceió
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Campanha 'Eu sou queridinho'
TV JÁ É
Prefeitura de Arapiraca firma parceria com Hospital Ágape
TV JÁ É

