402 homicídios foram registrados em Alagoas apenas em 2017
No período de 28 dias, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) registrou 196 assassinatos no estado. Os números mostram que, em comparação com o mesmo período mensal dos últimos dois anos, fevereiro de 2017 supera com folga os crimes contra a vida ocorridos em 2015 e 2016, quando foram registrados 158 e 146 homicídios, respectivamente.
Ao somar o saldo dos meses de janeiro e fevereiro deste ano, a média de pessoas assassinadas em Alagoas chega a 6,81 por dia, totalizando 402 homicídios em 59 dias. Deste total, 206 ocorreram no primeiro mês do ano. A SSP informou que 93% das pessoas que compõem as estatísticas são do sexo masculino e 7% feminino.
Dos 402 mortos registrados até o final do mês de fevereiro pelas equipes que compõem a Segurança Pública, 51,2% não chegaram sequer a completar 30 anos. Em média, conforme os dados, eles têm entre 18 e 29 anos. Outra grande parcela das vítimas tem idade entre 30 e 45 anos, um total de 24,9% dos assassinados.
As armas de fogo seguem como o principal instrumento utilizado por criminosos para tirar a vida de outrem em Alagoas, sendo responsável por 77,6% das mortes. Arma branca acumula 10,7% e espancamento vem na terceira posição, com 7,2%. A maioria dos caso aconteceu em vias públicas, atingindo 56,5% das ocorrências.
No início deste mês, o governador Renan Filho (PMDB) afirmou, durante entrevista, que as mortes estão ligadas a brigas entre os integrantes de facções criminosas. Ele garantiu que o Estado vem trabalhando para diminuir todos os índices, inclusive, investindo em novas estratégias, como a criação da Força Tarefa da Polícia Militar.
Ao somar o saldo dos meses de janeiro e fevereiro deste ano, a média de pessoas assassinadas em Alagoas chega a 6,81 por dia, totalizando 402 homicídios em 59 dias. Deste total, 206 ocorreram no primeiro mês do ano. A SSP informou que 93% das pessoas que compõem as estatísticas são do sexo masculino e 7% feminino.
Dos 402 mortos registrados até o final do mês de fevereiro pelas equipes que compõem a Segurança Pública, 51,2% não chegaram sequer a completar 30 anos. Em média, conforme os dados, eles têm entre 18 e 29 anos. Outra grande parcela das vítimas tem idade entre 30 e 45 anos, um total de 24,9% dos assassinados.
As armas de fogo seguem como o principal instrumento utilizado por criminosos para tirar a vida de outrem em Alagoas, sendo responsável por 77,6% das mortes. Arma branca acumula 10,7% e espancamento vem na terceira posição, com 7,2%. A maioria dos caso aconteceu em vias públicas, atingindo 56,5% das ocorrências.
No início deste mês, o governador Renan Filho (PMDB) afirmou, durante entrevista, que as mortes estão ligadas a brigas entre os integrantes de facções criminosas. Ele garantiu que o Estado vem trabalhando para diminuir todos os índices, inclusive, investindo em novas estratégias, como a criação da Força Tarefa da Polícia Militar.
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