Crianças que sumiram em rio podem ter sido atacadas por jacaré, diz polícia
As duas crianças de 8 e 9 anos que desapareceram no Rio Guaporé, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562 km de Cuiabá, podem ter sido atacadas por jacarés, de acordo com a Polícia Civil. Os dois caíram no rio quando um barranco desmoronou durante uma pescaria.
O Corpo de Bombeiros encerrou as buscas pelas crianças na quinta-feira (9). O trabalho teve ajuda de mergulhadores, de um cachorro especializado em busca e salvamento e de um drone. Ao todo, foram 10 dias de buscas.
Os bombeiros tentaram encontrar as crianças desde o dia do desaparecimento, no dia 27 de fevereiro. Segundo a corporação, os dois meninos estavam em um barranco que desmoronou. Um deles caiu no rio e, o outro, ao tentar ajudar, acabou caindo também.
Um inquérito foi aberto pela Polícia Civil para apurar o desaparecimento dos dois meninos. Segundo a polícia, pessoas que auxiliaram nas buscas relataram que avistaram jacarés das espécies Caiman e Jacaré-açu no raio de procura, que havia aumentado em função da época de cheia.
De acordo com o delegado Clayto Queiroz, responsável pelo caso, os animais, que chegam a ultrapassar os cinco metros de comprimento, podem ter atacado as crianças depois que elas desapareceram. A hipótese, segundo a Polícia Civil é investigada.
Segundo a psicóloga Cleidemilde Rangel Rolim, que mora naquele município há quatro anos, alguns jacarés vivem em localidades próximas de onde as crianças desapareceram. "Além dos reptéis, várias espécies de peixes grandes, inclusive a piranha vermelha aparecem nessa época de cheia", afirmou.
Momentos de angústia
A família de Carlos Daniel David, de 8 anos, tem vivido momento de angústia, segundo a avó do menino, Ivani dos Santos David.
“Estamos vivendo momentos de angústia e incerteza todos esses dias. Ao mesmo tempo que temos esperança, não sabemos se vamos encontrar os corpos”, afirmou a dona de casa, que mora em Pontes e Lacerda, distante 483 km da capital. Ela acompanhou as buscas durante alguns dias, mas precisou retornar por problemas de saúde.
Para ela, não poder dar um velório ao neto é maior tristeza que ela tem sofrido. “Só queremos ter a certeza de que ele está descansado”, disse. Segundo ela, o neto completaria 9 anos no próximo dia 11.
A baixa visibilidade da água e o nível de cheia do rio contribuíram para a dificuldade na localização das crianças. Durante as buscas, a cadela Sharon, da raça labrador, reforçou as buscas em um barco. Caso haja novos indícios que apontem a possível localização das crianças, os trabalhos de busca devem ser retomados, de acordo com os bombeiros.
O Corpo de Bombeiros encerrou as buscas pelas crianças na quinta-feira (9). O trabalho teve ajuda de mergulhadores, de um cachorro especializado em busca e salvamento e de um drone. Ao todo, foram 10 dias de buscas.
Os bombeiros tentaram encontrar as crianças desde o dia do desaparecimento, no dia 27 de fevereiro. Segundo a corporação, os dois meninos estavam em um barranco que desmoronou. Um deles caiu no rio e, o outro, ao tentar ajudar, acabou caindo também.
Um inquérito foi aberto pela Polícia Civil para apurar o desaparecimento dos dois meninos. Segundo a polícia, pessoas que auxiliaram nas buscas relataram que avistaram jacarés das espécies Caiman e Jacaré-açu no raio de procura, que havia aumentado em função da época de cheia.
De acordo com o delegado Clayto Queiroz, responsável pelo caso, os animais, que chegam a ultrapassar os cinco metros de comprimento, podem ter atacado as crianças depois que elas desapareceram. A hipótese, segundo a Polícia Civil é investigada.
Segundo a psicóloga Cleidemilde Rangel Rolim, que mora naquele município há quatro anos, alguns jacarés vivem em localidades próximas de onde as crianças desapareceram. "Além dos reptéis, várias espécies de peixes grandes, inclusive a piranha vermelha aparecem nessa época de cheia", afirmou.
Momentos de angústia
A família de Carlos Daniel David, de 8 anos, tem vivido momento de angústia, segundo a avó do menino, Ivani dos Santos David.
“Estamos vivendo momentos de angústia e incerteza todos esses dias. Ao mesmo tempo que temos esperança, não sabemos se vamos encontrar os corpos”, afirmou a dona de casa, que mora em Pontes e Lacerda, distante 483 km da capital. Ela acompanhou as buscas durante alguns dias, mas precisou retornar por problemas de saúde.
Para ela, não poder dar um velório ao neto é maior tristeza que ela tem sofrido. “Só queremos ter a certeza de que ele está descansado”, disse. Segundo ela, o neto completaria 9 anos no próximo dia 11.
A baixa visibilidade da água e o nível de cheia do rio contribuíram para a dificuldade na localização das crianças. Durante as buscas, a cadela Sharon, da raça labrador, reforçou as buscas em um barco. Caso haja novos indícios que apontem a possível localização das crianças, os trabalhos de busca devem ser retomados, de acordo com os bombeiros.
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