PF diz que chega a R$ 4 milhões valor de notas ilegais para merenda em AL
A Polícia Federal em Alagoas (PF) informou nesta sexta-feira (10), após a segunda fase da Operação “Brotherhood”, que investiga fraudes na merenda escolar em diversos municípios, que pode chegar a R$ 4 milhões o desvio de recursos com notas fiscais ilegais.
Ao todo, a polícia investiga notas emitidas entre 2013 e 2016 que, somadas, passam de R$ 20 milhões.
"A gente estima em torno de 10% a 20% desse valor, possivelmente, como ilícito. Estaríamos falando de R$ 4 milhões", afirma o delegado federal Roberto Laureano Curi.
Os detalhes da investigação foram apresentados em uma entrevista coletiva à imprensa. Nesta fase da operação, foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e 22 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar esclarecimetos. A ação acontece em parceria com a Controladoria Geral da União em Alagoas (CGU-AL).
Segundo a CGU, as notas fiscais investigadas são de aquisições feitas pelas prefeituras junto a empresas que fornecem alimentos para merenda escolar e material de construção. Foi descoberto que as empresas emitiam notas verdadeiras, mas na maioria dos casos não existia o fornecimento de mercadorias.
Nesta segunda fase, a polícia constatou indícios de irregularidades praticadas nos municípios alagoanos de Igreja Nova, Joaquim Gomes, São Luís do Quitunde, Limoeiro de Anadia e Atalaia.
Na primeira fase, as buscas aconteceram em Arapiraca, Cajueiro, Girau do Ponciano, Ibateguara, Penedo, Roteiro, Tanque D´Arca, Traipu e em Maceió.
O superintendente substituto da CGU, Nelson Martins, disse que outros municípios estão sendo investigados. “Vinte municípios alagoanos tiveram como fornecedores as empresas citadas nas fraudes, mas ainda não dá para saber se em todos, as licitações foram fraudulentas”, explicou.
Ao todo, a polícia investiga notas emitidas entre 2013 e 2016 que, somadas, passam de R$ 20 milhões.
"A gente estima em torno de 10% a 20% desse valor, possivelmente, como ilícito. Estaríamos falando de R$ 4 milhões", afirma o delegado federal Roberto Laureano Curi.
Os detalhes da investigação foram apresentados em uma entrevista coletiva à imprensa. Nesta fase da operação, foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e 22 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar esclarecimetos. A ação acontece em parceria com a Controladoria Geral da União em Alagoas (CGU-AL).
Segundo a CGU, as notas fiscais investigadas são de aquisições feitas pelas prefeituras junto a empresas que fornecem alimentos para merenda escolar e material de construção. Foi descoberto que as empresas emitiam notas verdadeiras, mas na maioria dos casos não existia o fornecimento de mercadorias.
Nesta segunda fase, a polícia constatou indícios de irregularidades praticadas nos municípios alagoanos de Igreja Nova, Joaquim Gomes, São Luís do Quitunde, Limoeiro de Anadia e Atalaia.
Na primeira fase, as buscas aconteceram em Arapiraca, Cajueiro, Girau do Ponciano, Ibateguara, Penedo, Roteiro, Tanque D´Arca, Traipu e em Maceió.
O superintendente substituto da CGU, Nelson Martins, disse que outros municípios estão sendo investigados. “Vinte municípios alagoanos tiveram como fornecedores as empresas citadas nas fraudes, mas ainda não dá para saber se em todos, as licitações foram fraudulentas”, explicou.
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