No Dia da Mulher, delegada de Arapiraca orienta como vítimas podem denunciar agressões
A violência contra a mulher é constante e causa sofrimento, medo, constrangimento, afeta a vida pessoal e profissional de toda a família. Muitas arapiraquenses passam por esse tipo de problema dentro de casa e muitas vezes não sabem como denunciar. Nesse 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a delegada da Delegacia de Defesa da Mulher de Arapiraca, Rosimeire Gomes, repassou algumas orientações às vítimas desses casos.
Para a delegada da DDM, a denúncia é muito importante e a vítima não deve subestimar nenhuma agressão porque, normalmente, elas ficam mais graves com o passar do tempo. “A agressão tem que ser notificada sempre. A mulher se engana muito quando ela é agredida por um marido, noivo, namorado e ela imagina que a situação vai melhorar, mas só tende a piorar. Muitas vezes a denúncia acaba ajudando no relacionamento, pois quando um homem toma consciência que a mulher tem um apoio ou um aparo, ele pensa bastante antes de fazer qualquer coisa contra ela. O agressor não vai melhor se continuar com as agressões. A vítima tem que ter consciência que está vivendo com uma pessoa que pode fazer um mal maior e ela tem que ter muito cuidado com esses relacionamentos agressivos, abusivos”, declarou Rosimeire Gomes.
A delegada Rosimeire ainda afirmou que os dados de agressões em mulheres de Arapiraca e região não diminuíram ainda. Ela acrescentou que muitos casos de estupros, agressões físicas e verbais ainda são registrados.
Um levantamento de dados dos últimos dois anos das ocorrências registradas nas Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) revelou um aumento nas denúncias, o que demonstra uma maior conscientização das mulheres em combater esse tipo de violência.
Os dados são da Assessoria Técnica de Estatística e Analise Criminal da Polícia Civil, órgão ligado à Gerência de Estatística e Informática (Geinfo), e apontam que ano de 2015 a Polícia Civil registrou 5.273 ocorrências, enquanto que em 2016 esse número passou para 7.870, um aumento de 49%.
Em 2016, as DDMs receberam 1.921 registros de ameaças, 159 de denúncias de injuria e 1.460 de lesão corporal. No mesmo período, em 2015, foram registradas 1.274 ameaças, 98 injúrias e 893 lesões corporais. Estupros denunciados durante todo o ano de 2015 foram 36, e em 2016 o número aumentou para 55.
Atualmente a PC conta com três delegacias especializadas em defesa da mulher, sendo duas na Capital e uma no interior, na cidade de Arapiraca.
Para a delegada da DDM, a denúncia é muito importante e a vítima não deve subestimar nenhuma agressão porque, normalmente, elas ficam mais graves com o passar do tempo. “A agressão tem que ser notificada sempre. A mulher se engana muito quando ela é agredida por um marido, noivo, namorado e ela imagina que a situação vai melhorar, mas só tende a piorar. Muitas vezes a denúncia acaba ajudando no relacionamento, pois quando um homem toma consciência que a mulher tem um apoio ou um aparo, ele pensa bastante antes de fazer qualquer coisa contra ela. O agressor não vai melhor se continuar com as agressões. A vítima tem que ter consciência que está vivendo com uma pessoa que pode fazer um mal maior e ela tem que ter muito cuidado com esses relacionamentos agressivos, abusivos”, declarou Rosimeire Gomes.
A delegada Rosimeire ainda afirmou que os dados de agressões em mulheres de Arapiraca e região não diminuíram ainda. Ela acrescentou que muitos casos de estupros, agressões físicas e verbais ainda são registrados.
Um levantamento de dados dos últimos dois anos das ocorrências registradas nas Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) revelou um aumento nas denúncias, o que demonstra uma maior conscientização das mulheres em combater esse tipo de violência.
Os dados são da Assessoria Técnica de Estatística e Analise Criminal da Polícia Civil, órgão ligado à Gerência de Estatística e Informática (Geinfo), e apontam que ano de 2015 a Polícia Civil registrou 5.273 ocorrências, enquanto que em 2016 esse número passou para 7.870, um aumento de 49%.
Em 2016, as DDMs receberam 1.921 registros de ameaças, 159 de denúncias de injuria e 1.460 de lesão corporal. No mesmo período, em 2015, foram registradas 1.274 ameaças, 98 injúrias e 893 lesões corporais. Estupros denunciados durante todo o ano de 2015 foram 36, e em 2016 o número aumentou para 55.
Atualmente a PC conta com três delegacias especializadas em defesa da mulher, sendo duas na Capital e uma no interior, na cidade de Arapiraca.
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