Polícia investiga morte de agente de presídio encontrado dentro de córrego em Arapiraca
Em entrevista ao Portal Já é Notícia, na tarde desta segunda-feira (06), o delegado Everton Gonçalves, titular da Delegacia de Homicídios de Arapiraca (DHA), informou que a motivação do homicídio de Claudemir Ferreira Barbosa, de 33 anos, ainda é um mistério.
O agente de disciplina do Presídio do Agreste, que fica em Girau do Ponciano, foi executado com cinco tiros na Rua Ipiranga, localizado no bairro do Manoel Teles, em Arapiraca, e depois teve o corpo lançado no córrego junto com uma motocicleta. O crime ocorreu na manhã desta segunda (06).
Segundo relatos de testemunhas, ele teria ido visitar um primo em Arapiraca e, lá, foi reconhecido por um ex-reeducando da unidade prisional, que teria cometido o homicídio. Ainda há boatos de que ele estaria envolvido com algo na região, mas de acordo com a polícia, ninguém na região deu informações sobre o crime.
O delegado Everton Gonçalves afirmou à equipe de reportagem que a polícia ainda não sabe o motivo da morte e irá investigar o caso. ”A causa do crime ainda é um mistério. Ninguém soube relatar o que realmente aconteceu. Essa semana vamos começar a ouvir os parentes da vítima para tentar esclarecer o homicídio”, disse.
Claudemir era casado e possuía um filho. Ele era funcionário contratado pela empresa Reviver, que administra o Presídio do Agreste e morava atualmente no município de Craíbas.
O agente de disciplina do Presídio do Agreste, que fica em Girau do Ponciano, foi executado com cinco tiros na Rua Ipiranga, localizado no bairro do Manoel Teles, em Arapiraca, e depois teve o corpo lançado no córrego junto com uma motocicleta. O crime ocorreu na manhã desta segunda (06).
Segundo relatos de testemunhas, ele teria ido visitar um primo em Arapiraca e, lá, foi reconhecido por um ex-reeducando da unidade prisional, que teria cometido o homicídio. Ainda há boatos de que ele estaria envolvido com algo na região, mas de acordo com a polícia, ninguém na região deu informações sobre o crime.
O delegado Everton Gonçalves afirmou à equipe de reportagem que a polícia ainda não sabe o motivo da morte e irá investigar o caso. ”A causa do crime ainda é um mistério. Ninguém soube relatar o que realmente aconteceu. Essa semana vamos começar a ouvir os parentes da vítima para tentar esclarecer o homicídio”, disse.
Claudemir era casado e possuía um filho. Ele era funcionário contratado pela empresa Reviver, que administra o Presídio do Agreste e morava atualmente no município de Craíbas.
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