Condutor embriagado provoca acidente, mata motociclista e deixa criança ferida, em Maceió
Um motociclista morreu e uma criança de 7 anos ficou ferida após uma colisão, ocorrida na noite desse sábado (4), em trecho da Avenida Paulo Holanda, no bairro Cidade Universitária, em Maceió. O acidente envolveu uma Amarok e a motocicleta. O condutor da caminhonete, de acordo com informações repassadas pelo Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), apresentava sinais evidentes de embriaguez e se recusou a fazer o teste do etilômetro.
Testemunhas informaram aos policiais que Anderson Reis da Rocha, de 37 anos, foi quem provocou o choque entre os dois veículos. Ele conduzia o carro de luxo e, conforme relatos de populares, invadiu a contramão na tentativa de fazer uma ultrapassagem e, neste momento, colidiu com a motocicleta de frente.
O piloto da moto morreu no local e o filho dele, que vinha na garupa, sofreu apenas uma luxação em um dos braços. Os policiais consideraram um milagre ele ter sobrevivido ao acidente. A motocicleta ficou completamente destruída após a colisão.
Ainda conforme testemunhas, a criança foi atendida ainda no local, por socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e estava consciente o tempo inteiro, embora aparentasse quadro de choque psicológico. O menino nem tinha noção que o pai havia falecido.
Militares do BPTran foram chamados pelos policiais do Batalhão de Guarda (BPGd) para que fosse feito o teste de alcoolemia. O soldado Ricardo Rocha, do Batalhão de Trânsito, informou que o condutor da Amarok estava visivelmente embriagado e até confessou que havia ingerido bebida alcoólica, mas não quis fazer o exame. O odor de álcool era muito forte, segundo o militar.
Um Termo de Constatação de Embriaguez (TCE) foi confeccionado e o motorista foi levado para a Central de Flagrantes. Na pista, não havia marcas de frenagem brusca.
Como o acidente aconteceu por volta das 21 horas, populares da região ficaram revoltados e queriam fazer justiça com as próprias mãos, mas a chegada da polícia inibiu o ato.
Testemunhas informaram aos policiais que Anderson Reis da Rocha, de 37 anos, foi quem provocou o choque entre os dois veículos. Ele conduzia o carro de luxo e, conforme relatos de populares, invadiu a contramão na tentativa de fazer uma ultrapassagem e, neste momento, colidiu com a motocicleta de frente.
O piloto da moto morreu no local e o filho dele, que vinha na garupa, sofreu apenas uma luxação em um dos braços. Os policiais consideraram um milagre ele ter sobrevivido ao acidente. A motocicleta ficou completamente destruída após a colisão.
Ainda conforme testemunhas, a criança foi atendida ainda no local, por socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e estava consciente o tempo inteiro, embora aparentasse quadro de choque psicológico. O menino nem tinha noção que o pai havia falecido.
Militares do BPTran foram chamados pelos policiais do Batalhão de Guarda (BPGd) para que fosse feito o teste de alcoolemia. O soldado Ricardo Rocha, do Batalhão de Trânsito, informou que o condutor da Amarok estava visivelmente embriagado e até confessou que havia ingerido bebida alcoólica, mas não quis fazer o exame. O odor de álcool era muito forte, segundo o militar.
Um Termo de Constatação de Embriaguez (TCE) foi confeccionado e o motorista foi levado para a Central de Flagrantes. Na pista, não havia marcas de frenagem brusca.
Como o acidente aconteceu por volta das 21 horas, populares da região ficaram revoltados e queriam fazer justiça com as próprias mãos, mas a chegada da polícia inibiu o ato.
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