Repórter cinematográfico aposentado morre após ser espancado em Maceió
Um repórter cinematográfico aposentado morreu no Hospital Geral do Estado (HGE) após ser vítima de um espancamento ocorrido no último domingo (19), no conjunto Carminha, localizado no Benedito Bentes, em Maceió.
Paulo Antônio da Silva, 63, conhecido como Paulinho, trabalhou na TV Gazeta e, segundo a família, chegou a ser socorrido por vizinhos, mas morreu na madrugada da última segunda (20).
A polícia informou que ele foi espancado por várias pessoas e que já tem nomes dos suspeitos do crime. Os plantonistas da Delegacia de Homicídios, que investiga o caso, estiveram no local e constataram que os objetos da casa da vítima foram queimados.
“Disseram que meu pai era pedófilo e que ele precisava pagar pelo que ele fez. Mas isso não existe. Meu pai era um homem honesto, nunca foi envolvido com isso. Eu morei com ele durante um ano no Carminha e nunca teve isso. Ele era querido por muita gente”, afirma o filho da vítima, Ulisses Alexandre da Silva.
O filho também conta que o pai tinha um terreno no Parque dos Caetés, bem próximo a casa onde ele morava, no conjunto Primeiro de Julho, e que isso teria motivado o crime. “Os bandidos da região queriam tomar o terreno do meu pai, mas ele me dizia que o terreno era dele e que ele comprou. Enquanto ele estava sendo espancando, os bandidos invadiram e lotearam o terreno”, diz.
A polícia confirmou que o terreno da vítima foi invadido por moradores da região e que a família foi orientada a entrar na Justiça para reaver a área. Disse ainda que não pode passar mais informações para não atrapalhar as investigações.
Paulo Antônio da Silva, 63, conhecido como Paulinho, trabalhou na TV Gazeta e, segundo a família, chegou a ser socorrido por vizinhos, mas morreu na madrugada da última segunda (20).
A polícia informou que ele foi espancado por várias pessoas e que já tem nomes dos suspeitos do crime. Os plantonistas da Delegacia de Homicídios, que investiga o caso, estiveram no local e constataram que os objetos da casa da vítima foram queimados.
“Disseram que meu pai era pedófilo e que ele precisava pagar pelo que ele fez. Mas isso não existe. Meu pai era um homem honesto, nunca foi envolvido com isso. Eu morei com ele durante um ano no Carminha e nunca teve isso. Ele era querido por muita gente”, afirma o filho da vítima, Ulisses Alexandre da Silva.
O filho também conta que o pai tinha um terreno no Parque dos Caetés, bem próximo a casa onde ele morava, no conjunto Primeiro de Julho, e que isso teria motivado o crime. “Os bandidos da região queriam tomar o terreno do meu pai, mas ele me dizia que o terreno era dele e que ele comprou. Enquanto ele estava sendo espancando, os bandidos invadiram e lotearam o terreno”, diz.
A polícia confirmou que o terreno da vítima foi invadido por moradores da região e que a família foi orientada a entrar na Justiça para reaver a área. Disse ainda que não pode passar mais informações para não atrapalhar as investigações.
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