Sem reajuste, policiais civis decidem deflagrar greve a partir do próximo dia 24, em AL
Durante assembleia realizada na tarde desta sexta-feira (17), os policiais civis de Alagoas decidiram deflagrar greve por tempo indeterminado já a partir do próximo dia 24 - véspera de carnaval -, quando pretendem seguir com apenas 30% dos serviços, como determina a lei.
Segundo o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), a decisão é em virtude do fato de o governo estadual não ter apresentado nenhuma proposta acerca da principal reivindicação da categoria, que versa sobre reajuste salarial da categoria.
De acordo com vice-presidente do Sindpol, Edeilto Gomes, o "silêncio" do governo diante das várias paralisações de 24 horas já realizadas pela categoria "mostra que a política do estado foca apenas a valorização do policial militar, deixando de lado a polícia investigativa"
"O governo mostrou total desprezo pela nossa categoria. Infelizmente, eles se mostram preocupados apenas com uma possível paralisação dos militares. Nossa mobilização não surtiu efeito, já que nosso pleito não foi atendido. Portanto, agora, o que nos resta é paralisar as atividades por tempo indeterminado", disse Edeilto.
O secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, disse que ainda não foi notificado acerca da decisão dos policiais civis.
Segundo o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), a decisão é em virtude do fato de o governo estadual não ter apresentado nenhuma proposta acerca da principal reivindicação da categoria, que versa sobre reajuste salarial da categoria.
De acordo com vice-presidente do Sindpol, Edeilto Gomes, o "silêncio" do governo diante das várias paralisações de 24 horas já realizadas pela categoria "mostra que a política do estado foca apenas a valorização do policial militar, deixando de lado a polícia investigativa"
"O governo mostrou total desprezo pela nossa categoria. Infelizmente, eles se mostram preocupados apenas com uma possível paralisação dos militares. Nossa mobilização não surtiu efeito, já que nosso pleito não foi atendido. Portanto, agora, o que nos resta é paralisar as atividades por tempo indeterminado", disse Edeilto.
O secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, disse que ainda não foi notificado acerca da decisão dos policiais civis.
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