Polícia Federal desarticula grupo que traficava pessoas para exploração sexual
A Polícia Federal desarticulou hoje (15) um grupo internacional especializado em tráfico de pessoas para exploração sexual em Fortaleza, no Ceará. Cerca de 92 policiais participam da operação Marguerita, que cumpre 134 mandados de busca e apreensão, 13 de prisão preventiva, dois mandados de prisão temporária e 18 de condução coercitiva, expedidos pela Justiça Federal no Ceará.
A rede criminosa é composta por "aliciadores, responsáveis pelo recrutamento, transporte, viagens para o exterior, acolhimento, alojamento e exploração sexual de vítimas (mulheres) nos países de destino", diz a PF. As vítimas eram levadas de Fortaleza para a Itália e a Eslovênia, onde eram exploradas sexualmente. Policiais desses países também participam da ação em conjunto com a polícia brasileira. Apesar de as vítimas serem levadas do Ceará, o aliciamento ocorria em outros estados como Bahia, Minas Gerais e São Paulo, onde alguns dos mandados também são cumpridos.
A PF alerta que o crime de tráfico internacional de pessoas para exploração sexual é uma "grave violação de direitos humanos", sobretudo quando se considera a situação de vulnerabilidade das vítimas, que acreditam em um emprego digno e são submetidas a condições degradantes.
Os presos responderão pelos crimes de tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Caso condenados, podem pegar até 25 anos de prisão.
Segundo a Polícia Federal, o nome da operação Marguerita se refere à principal boate para onde as vítimas eram encaminhadas e sofriam exploração sexual, na Eslovênia.
A rede criminosa é composta por "aliciadores, responsáveis pelo recrutamento, transporte, viagens para o exterior, acolhimento, alojamento e exploração sexual de vítimas (mulheres) nos países de destino", diz a PF. As vítimas eram levadas de Fortaleza para a Itália e a Eslovênia, onde eram exploradas sexualmente. Policiais desses países também participam da ação em conjunto com a polícia brasileira. Apesar de as vítimas serem levadas do Ceará, o aliciamento ocorria em outros estados como Bahia, Minas Gerais e São Paulo, onde alguns dos mandados também são cumpridos.
A PF alerta que o crime de tráfico internacional de pessoas para exploração sexual é uma "grave violação de direitos humanos", sobretudo quando se considera a situação de vulnerabilidade das vítimas, que acreditam em um emprego digno e são submetidas a condições degradantes.
Os presos responderão pelos crimes de tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Caso condenados, podem pegar até 25 anos de prisão.
Segundo a Polícia Federal, o nome da operação Marguerita se refere à principal boate para onde as vítimas eram encaminhadas e sofriam exploração sexual, na Eslovênia.
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