Delegado de Girau do Ponciano pede exoneração e aponta 'desmonte' da PC em AL
O delegado Lucimério Campos, que se destacou na atuação da Delegacia de Homicídios de Maceió ao longo dos últimos anos, publicou um longo texto em rede social, em tom de desabafo, anunciando que vai sair dos quadros da Polícia Civil pelo fato de a instituição estar sendo "sistematicamente enfraquecida". No comunicado, ele alega ainda que os próprios colegas também são responsáveis por tal "desmonte" ao "trocar as atribuições por interesses pessoais e de poder". O texto foi postado em um grupo de WhatsApp entre delegados e, rapidamente, ganhou repercussão nas redes sociais.
Na conversa com os colegas, ele revelou que sempre sonhou em ser delegado. No entanto, ressaltou ele, ao ingressar na Polícia Civil, observou que a instituição vem perdendo força em Alagoas. "Esse desmonte vem do governo e, infelizmente, de dentro de nossa própria casa. Talvez sejamos o único cargo de Estado onde os próprios pares entregam suas atribuições (prerrogativas) em troca de interesses pessoais de poder", colocou.
O delegado também declarou ter ficado muito consternado por, segundo ele, ter desejado viver outra realidade à frente do cargo. "Entretanto, a Polícia Civil tem nomes valorosos e capazes de mudar o estado atual de coisas. Temos excelentes profissionais, nos três cargos da instituição, e que possuem aptidão para proceder as mudanças necessárias. Notadamente entre os delegados, temos quadros de destacada competência e honestidade que, assim que tiverem uma oportunidade, transformarão a Polícia Judiciária alagoana", expôs.
Lucimério explicou ainda que para, sair da situação em que a polícia se encontra, é preciso que os delegados ''acordem e exerçam suas virtudes". Para o delegado, os colegas "não podem ser consumidos pelo complexo de vira-latas". "Ainda há tempo de a categoria se impor e assumir seu papel de protagonista. É nisso que temos de acreditar. Outros excelentes nomes vão se engajar durante o curso da luta. Ficarei acompanhando de fora e torcendo bastante porque, além de muito admirar o cargo que ora deixo, manterei muitos amigos", reforçou.
O delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas, Paulo Cerqueira, por sua vez, disse que tomou conhecimento das declarações, afirmando ter sido pego de surpresa com a decisão de Lucimério Campos. No entanto, Cerqueira disse que nunca foi procurado por ele em nenhum momento.
"Fiquei surpreso ao ver esta conversa. A dificuldade que a Polícia Civil de Alagoas enfrenta é a mesma observada em todo o Brasil. É importante também que as pessoas que compõem uma instituição apontem os caminhos, dando sugestões sobre o que está acontecendo", expressou Cerqueira.
Procurado pela reportagem, Lucimério Campos confirmou a autoria do texto. Porém, argumentou que, neste momento, não poderia comentar seu desabafo. Ele deve assumir um cargo técnico em tribunal no estado de Pernambuco, oficializando seu desligamento da Polícia Civil de Alagoas até a próxima segunda-feira.
Na conversa com os colegas, ele revelou que sempre sonhou em ser delegado. No entanto, ressaltou ele, ao ingressar na Polícia Civil, observou que a instituição vem perdendo força em Alagoas. "Esse desmonte vem do governo e, infelizmente, de dentro de nossa própria casa. Talvez sejamos o único cargo de Estado onde os próprios pares entregam suas atribuições (prerrogativas) em troca de interesses pessoais de poder", colocou.
O delegado também declarou ter ficado muito consternado por, segundo ele, ter desejado viver outra realidade à frente do cargo. "Entretanto, a Polícia Civil tem nomes valorosos e capazes de mudar o estado atual de coisas. Temos excelentes profissionais, nos três cargos da instituição, e que possuem aptidão para proceder as mudanças necessárias. Notadamente entre os delegados, temos quadros de destacada competência e honestidade que, assim que tiverem uma oportunidade, transformarão a Polícia Judiciária alagoana", expôs.
Lucimério explicou ainda que para, sair da situação em que a polícia se encontra, é preciso que os delegados ''acordem e exerçam suas virtudes". Para o delegado, os colegas "não podem ser consumidos pelo complexo de vira-latas". "Ainda há tempo de a categoria se impor e assumir seu papel de protagonista. É nisso que temos de acreditar. Outros excelentes nomes vão se engajar durante o curso da luta. Ficarei acompanhando de fora e torcendo bastante porque, além de muito admirar o cargo que ora deixo, manterei muitos amigos", reforçou.
O delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas, Paulo Cerqueira, por sua vez, disse que tomou conhecimento das declarações, afirmando ter sido pego de surpresa com a decisão de Lucimério Campos. No entanto, Cerqueira disse que nunca foi procurado por ele em nenhum momento.
"Fiquei surpreso ao ver esta conversa. A dificuldade que a Polícia Civil de Alagoas enfrenta é a mesma observada em todo o Brasil. É importante também que as pessoas que compõem uma instituição apontem os caminhos, dando sugestões sobre o que está acontecendo", expressou Cerqueira.
Procurado pela reportagem, Lucimério Campos confirmou a autoria do texto. Porém, argumentou que, neste momento, não poderia comentar seu desabafo. Ele deve assumir um cargo técnico em tribunal no estado de Pernambuco, oficializando seu desligamento da Polícia Civil de Alagoas até a próxima segunda-feira.
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