Jornalistas brasileiros que investigavam caso Odebrecht são presos na Venezuela
Os jornalistas brasileiros Leandro Stoliar e Gilson Souza, da TV Record, foram presos por volta das 12h (horário local) de ontem (12) no estado de Zulia, norte da Venezuela. A equipe foi detida pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin), juntamente com dois ativistas venezuelanos, José Urbina e María Jose Túa.
Segundo a ONG Transparência Venezuela, os jornalistas brasileiros investigavam denúncias de suborno por parte da construtora Odebrecht no país vizinho. “Uma comissão do Sebin os deteve e os escoltou até a sede do serviço, em Maracaibo, para uma entrevista. Ao chegarem, tiveram seus telefones celulares apreendidos”, informou, por meio de nota.
Também por meio de comunicado, a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) informou que todo o equipamento e material jornalístico produzido pela equipe foram apreendidos e que repudia veementemente a medida adotada pelo governo venezuelano. “Tal decisão é abominável e digna apenas de regimes ditatoriais que não aceitam o livre exercício da imprensa e temem a verdade”.
“O Itamaraty já foi acionado e afirmou que a missão diplomática brasileira na Venezuela já está envolvida no caso para assegurar a libertação dos profissionais brasileiros. A Abratel acompanha a resolução do referido caso e não descansará enquanto estes profissionais não estiverem em liberdade e em pleno gozo dos seus direitos como cidadãos e profissionais”, concluiu a nota.
Segundo a ONG Transparência Venezuela, os jornalistas brasileiros investigavam denúncias de suborno por parte da construtora Odebrecht no país vizinho. “Uma comissão do Sebin os deteve e os escoltou até a sede do serviço, em Maracaibo, para uma entrevista. Ao chegarem, tiveram seus telefones celulares apreendidos”, informou, por meio de nota.
Também por meio de comunicado, a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) informou que todo o equipamento e material jornalístico produzido pela equipe foram apreendidos e que repudia veementemente a medida adotada pelo governo venezuelano. “Tal decisão é abominável e digna apenas de regimes ditatoriais que não aceitam o livre exercício da imprensa e temem a verdade”.
“O Itamaraty já foi acionado e afirmou que a missão diplomática brasileira na Venezuela já está envolvida no caso para assegurar a libertação dos profissionais brasileiros. A Abratel acompanha a resolução do referido caso e não descansará enquanto estes profissionais não estiverem em liberdade e em pleno gozo dos seus direitos como cidadãos e profissionais”, concluiu a nota.
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