Emissão de carteiras de trabalho caiu 40% em Alagoas no ano passado
Alagoas teve uma queda de 40% na emissão de carteiras de trabalho entre os anos de 2015 e 2016. Pelo menos é o que revela o levantamento da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) no Estado, que, no ano passado, emitiu pouco mais de 60 mil documentos do tipo, contra 100 mil deles ainda em 2015.
Segundo o superintendente do órgão, Israel Lessa, a média, desde 2013, tem sido de 100 mil carteiras de trabalho anuais. Esse foi o primeiro ano em que houve uma queda nos números. O gestor atribui o fato às dificuldades da economia brasileira, em especial em áreas como o comércio e a construção civil.
"Temos vários fatores para isso, mas principalmente a falta de demanda, de emprego", diz ele, acrescentando que a quantidade de pedidos de seguro-desemprego ficou em torno de 81 mil, a mesma de dois anos atrás. Em 2013 foram aproximadamente 100 mil e, em 2014, 96 mil.
Fatores
O superintendente destaca que os pedidos têm a ver com os desligamentos devido à crise. "O seguro-desemprego tem muita ligação com a crise. Só o comércio fechou mais de 3.500 vagas durante o ano. Na construção civil, foram mais de quatro mil em relação a 2015. É um número muito grande também".
A retração na indústria sucroalcooleira em Alagoas também contribuiu para os dados apresentados em 2016. "A baixa contratação no corte de cana-de-açúcar ajudou a provocar isso e o número de carteiras se reflete ainda aí, na falta de espaço no mercado de trabalho", expõe Israel.
Ele acredita, porém, que a situação pode melhorar a partir do segundo semestre de 2017, em especial com as mudanças no Minha Casa, Minha Vida, que terá novas regras - as faixas de renda terão novos valores e o teto vai aumentar para que mais famílias possam participar.
"Estamos torcendo que essa nova versão venha trazer um aumento de contratação pelas facilidades que o governo está dando, aumentando o limite. Ele quer construir mais de 750 mil unidades e acreditamos que possam vir números positivos a partir daí. Acreditamos que, se não houver sintomas da política, podemos ter números melhores".
Segundo o superintendente do órgão, Israel Lessa, a média, desde 2013, tem sido de 100 mil carteiras de trabalho anuais. Esse foi o primeiro ano em que houve uma queda nos números. O gestor atribui o fato às dificuldades da economia brasileira, em especial em áreas como o comércio e a construção civil.
"Temos vários fatores para isso, mas principalmente a falta de demanda, de emprego", diz ele, acrescentando que a quantidade de pedidos de seguro-desemprego ficou em torno de 81 mil, a mesma de dois anos atrás. Em 2013 foram aproximadamente 100 mil e, em 2014, 96 mil.
Fatores
O superintendente destaca que os pedidos têm a ver com os desligamentos devido à crise. "O seguro-desemprego tem muita ligação com a crise. Só o comércio fechou mais de 3.500 vagas durante o ano. Na construção civil, foram mais de quatro mil em relação a 2015. É um número muito grande também".
A retração na indústria sucroalcooleira em Alagoas também contribuiu para os dados apresentados em 2016. "A baixa contratação no corte de cana-de-açúcar ajudou a provocar isso e o número de carteiras se reflete ainda aí, na falta de espaço no mercado de trabalho", expõe Israel.
Ele acredita, porém, que a situação pode melhorar a partir do segundo semestre de 2017, em especial com as mudanças no Minha Casa, Minha Vida, que terá novas regras - as faixas de renda terão novos valores e o teto vai aumentar para que mais famílias possam participar.
"Estamos torcendo que essa nova versão venha trazer um aumento de contratação pelas facilidades que o governo está dando, aumentando o limite. Ele quer construir mais de 750 mil unidades e acreditamos que possam vir números positivos a partir daí. Acreditamos que, se não houver sintomas da política, podemos ter números melhores".
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