Mãe suspeita de matar criança em incêndio é jogada no fogo por populares
Populares depredaram a delegacia da Polícia Civil em Novo Aripuanã (distante à quase 229 km de Manaus) por volta das 15h da tarde desta terça-feira (07). Conforme informações do delegado do Departamento de Policiamento do Interior (DPI), Mariolino Brito, o delegado da unidade, Vinicius de Melo, foi atingido por uma pedra na cabeça e precisou ser encaminhado para uma unidade hospitalar da cidade.
O delegado do DPI informou ainda que os populares começaram a depredar a delegacia por conta de uma mulher que estava presa suspeita de ter causado a morte de uma criança no último domingo (5), no município. Segundo a Polícia Civil, a mulher presa ateou fogo em uma residência e causou a morte de uma criança de apenas dois anos. Outras duas pessoas ficaram gravemente feridas e o fato revoltou a população.
“Uma mulher matou uma criança e a população se rebelou porque ela estava presa na delegacia. Por volta das 15h, populares começaram a quebrar a unidade e principalmente colocar a fogo. Eles tentaram matar a mulher, mas os policiais não deixaram. A mulher sofreu queimaduras nas pernas e nos braços”, explicou o delegado. Por conta da confusão, a mulher, que não teve o nome divulgado, será transferida para outro município, como forma de tentar manter a ordem em Novo Aripuanã.
Segundo Mariolino, a Polícia Civil do município pediu reforços para atender a ocorrência. “Os reforços já estão em Novo Aripuanã, porque as coisas estão complicadas por lá. O próprio delegado foi atingido por uma pedra, e precisou ser encaminhado para uma unidade hospitalar da cidade, mas já temos informação que ele passa bem. E deve retornar amanhã para o trabalho”, comentou o delegado do DPI.
De acordo com a PC, foi enviada ao local uma tropa tropa de policiais militares lotados em Borba, município distante 151 quilômetros em linha reta da capital, e outros oito policiais militares do Comando de Policiamento Especial (CPE) de Manaus, por meio de aeronave fretada.
Nesta quarta-feira, dia 8, ainda de acordo com o delegado-geral, serão enviados ao lugar integrantes do Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera), servidores lotados no DPI e um perito do Instituto de Criminalística (IC) para auxiliar no trabalho de investigação. “De imediato conseguimos manter a ordem naquela cidade e vamos apurar o ocorrido”, afirmou o delegado-geral Frederico Mendes, via assessoria de imprensa.
O delegado do DPI informou ainda que os populares começaram a depredar a delegacia por conta de uma mulher que estava presa suspeita de ter causado a morte de uma criança no último domingo (5), no município. Segundo a Polícia Civil, a mulher presa ateou fogo em uma residência e causou a morte de uma criança de apenas dois anos. Outras duas pessoas ficaram gravemente feridas e o fato revoltou a população.
“Uma mulher matou uma criança e a população se rebelou porque ela estava presa na delegacia. Por volta das 15h, populares começaram a quebrar a unidade e principalmente colocar a fogo. Eles tentaram matar a mulher, mas os policiais não deixaram. A mulher sofreu queimaduras nas pernas e nos braços”, explicou o delegado. Por conta da confusão, a mulher, que não teve o nome divulgado, será transferida para outro município, como forma de tentar manter a ordem em Novo Aripuanã.
Segundo Mariolino, a Polícia Civil do município pediu reforços para atender a ocorrência. “Os reforços já estão em Novo Aripuanã, porque as coisas estão complicadas por lá. O próprio delegado foi atingido por uma pedra, e precisou ser encaminhado para uma unidade hospitalar da cidade, mas já temos informação que ele passa bem. E deve retornar amanhã para o trabalho”, comentou o delegado do DPI.
De acordo com a PC, foi enviada ao local uma tropa tropa de policiais militares lotados em Borba, município distante 151 quilômetros em linha reta da capital, e outros oito policiais militares do Comando de Policiamento Especial (CPE) de Manaus, por meio de aeronave fretada.
Nesta quarta-feira, dia 8, ainda de acordo com o delegado-geral, serão enviados ao lugar integrantes do Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera), servidores lotados no DPI e um perito do Instituto de Criminalística (IC) para auxiliar no trabalho de investigação. “De imediato conseguimos manter a ordem naquela cidade e vamos apurar o ocorrido”, afirmou o delegado-geral Frederico Mendes, via assessoria de imprensa.
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