Estado vai desenvolver ações para recolher pneus e reduzir criadouros do Aedes
O Governo do Estado vai executar uma força-tarefa para recolher pneus na Grande Maceió e, desse modo, reduzir os criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A ação, que deverá contar com a participação de integrantes de diversos órgãos do Estado, terá início no próximo dia 4 de março.
O trabalho vai envolver representantes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros e Exército. Também irão participar da ação, agentes de endemias das Secretarias de Saúde dos municípios da Barra de Santo Antônio, Paripueira, Marechal Deodoro, Barra de São Miguel, Rio Largo, Satuba, Coqueiro Seco e Santa Luzia do Norte.
“Serão mais de duzentas pessoas realizando um trabalho de busca e recolhimento de pneus. Isso porque, eles representam um grande risco ambiental, porque são focos de reprodução do mosquito causador de três doenças”, explicou Danielle Castanha, gerente de Vigilância e Controle das Doenças Transmissíveis da Sesau.
Danielle Castanha destacou, ainda, que a Sala Estadual de Combate ao Aedes Aegypti foi implantada para criar um sistema de comando unificado, definindo as atribuições específicas de cada setor, visando combater o mosquito. A gerente reforçou, ainda, a necessidade de medidas que impeçam o desenvolvimento do mosquito, atacando os locais que servem de criatório. “A meta da gestão estadual é garantir a natalidade zero para o mosquito”, salientou.
Segundo o representante do Corpo de Bombeiros e coordenador da ação, capitão Silva Melo, além da busca efetiva por pneus, será realizado um trabalho no recolhimento do lixo nas cidades envolvidas.
“As administrações municipais irão realizar o trabalho de recolhimento do lixo, que será transportado para locais que estejam de acordo com as normas de segurança e descarte, a exemplo dos aterros sanitários”, explicou.
O coordenador ressaltou outras ações que são essenciais para o controle do mosquito. “É necessário cobrar dos proprietários a manutenção e limpeza de terrenos baldios e imóveis fechados, além da monitorar pontos comerciais considerados críticos do ponto de vista sanitário, como borracharia e ferros velhos devem ser coibidos. Assim conseguiremos avançar na prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti”, reforçou o capitão.
O trabalho vai envolver representantes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros e Exército. Também irão participar da ação, agentes de endemias das Secretarias de Saúde dos municípios da Barra de Santo Antônio, Paripueira, Marechal Deodoro, Barra de São Miguel, Rio Largo, Satuba, Coqueiro Seco e Santa Luzia do Norte.
“Serão mais de duzentas pessoas realizando um trabalho de busca e recolhimento de pneus. Isso porque, eles representam um grande risco ambiental, porque são focos de reprodução do mosquito causador de três doenças”, explicou Danielle Castanha, gerente de Vigilância e Controle das Doenças Transmissíveis da Sesau.
Danielle Castanha destacou, ainda, que a Sala Estadual de Combate ao Aedes Aegypti foi implantada para criar um sistema de comando unificado, definindo as atribuições específicas de cada setor, visando combater o mosquito. A gerente reforçou, ainda, a necessidade de medidas que impeçam o desenvolvimento do mosquito, atacando os locais que servem de criatório. “A meta da gestão estadual é garantir a natalidade zero para o mosquito”, salientou.
Segundo o representante do Corpo de Bombeiros e coordenador da ação, capitão Silva Melo, além da busca efetiva por pneus, será realizado um trabalho no recolhimento do lixo nas cidades envolvidas.
“As administrações municipais irão realizar o trabalho de recolhimento do lixo, que será transportado para locais que estejam de acordo com as normas de segurança e descarte, a exemplo dos aterros sanitários”, explicou.
O coordenador ressaltou outras ações que são essenciais para o controle do mosquito. “É necessário cobrar dos proprietários a manutenção e limpeza de terrenos baldios e imóveis fechados, além da monitorar pontos comerciais considerados críticos do ponto de vista sanitário, como borracharia e ferros velhos devem ser coibidos. Assim conseguiremos avançar na prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti”, reforçou o capitão.
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