Agentes da Paz vão atuar na reinserção social e produtiva de dependentes químicos
Realizar um trabalho de campo em busca de identificar e acompanhar todos os dependentes químicos recuperados em uma das 37 comunidades acolhedoras credenciadas pelo Governo de Alagoas, por meio da Rede Acolhe. Esta será uma das missões dos Agentes da Paz, novo projeto da Secretaria de Prevenção à Violência (Seprev) que irá auxiliar no processo de reinserção social e produtiva dos acolhidos.
Como marco inicial deste novo projeto, a titular da Seprev, Esvalda Bittencourt, se reuniu na segunda-feira (6), na Casa de Direitos, com cerca de 30 pessoas de todas as partes do Estado que irão se tornar um Agente da Paz. O encontro contou ainda com a presença do deputado federal Givaldo Carimbão e o deputado estadual Carimbão Júnior.
“A reinserção social e produtiva é uma parte muito importante no processo de recuperação dos dependentes químicos. Vamos agora fortalecer esta etapa para diminuir o número de recaídas e reincidência”, destacou a secretária.
Os Agentes da Paz ficarão responsáveis por acompanhar o dependente químico durante e depois do seu período de acolhimento em uma das comunidades. Eles irão realizar um levantamento das formações e capacitações dos acolhidos, apontando a necessidade de novos cursos e auxiliá-los na inserção ou reinserção junto ao mercado de trabalho.
“Este novo formato de trabalho irá se juntar aos trabalhos dos Anjos da Paz, ampliando o alcance e a eficácia da Rede Acolhe, uma das recomendações do governador Renan Filho”, disse Esvalda Bittencourt.
Lei de reinserção produtiva
O projeto Agentes da Paz foi criado pela Seprev após a sansão da Lei 7.865/2017, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), no dia 18 de janeiro. A lei, de autoria do deputado estadual Carimbão Júnior e sancionada pelo governador Renan Filho, institui a política estadual de reinserção produtiva para dependentes químicos em recuperação, gerando vagas para contratos de trabalho.
De acordo com a lei, órgãos da administração estadual direta ou indireta devem estabelecer, em contratos com entidades privadas, um percentual mínimo de vagas de trabalho para dependentes químicos recuperados.
Os Agentes da Paz irão identificar os dependentes químicos recuperados adequados para as vagas que irão surgir, obedecendo aos critérios exigidos por esta lei.
Como marco inicial deste novo projeto, a titular da Seprev, Esvalda Bittencourt, se reuniu na segunda-feira (6), na Casa de Direitos, com cerca de 30 pessoas de todas as partes do Estado que irão se tornar um Agente da Paz. O encontro contou ainda com a presença do deputado federal Givaldo Carimbão e o deputado estadual Carimbão Júnior.
“A reinserção social e produtiva é uma parte muito importante no processo de recuperação dos dependentes químicos. Vamos agora fortalecer esta etapa para diminuir o número de recaídas e reincidência”, destacou a secretária.
Os Agentes da Paz ficarão responsáveis por acompanhar o dependente químico durante e depois do seu período de acolhimento em uma das comunidades. Eles irão realizar um levantamento das formações e capacitações dos acolhidos, apontando a necessidade de novos cursos e auxiliá-los na inserção ou reinserção junto ao mercado de trabalho.
“Este novo formato de trabalho irá se juntar aos trabalhos dos Anjos da Paz, ampliando o alcance e a eficácia da Rede Acolhe, uma das recomendações do governador Renan Filho”, disse Esvalda Bittencourt.
Lei de reinserção produtiva
O projeto Agentes da Paz foi criado pela Seprev após a sansão da Lei 7.865/2017, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), no dia 18 de janeiro. A lei, de autoria do deputado estadual Carimbão Júnior e sancionada pelo governador Renan Filho, institui a política estadual de reinserção produtiva para dependentes químicos em recuperação, gerando vagas para contratos de trabalho.
De acordo com a lei, órgãos da administração estadual direta ou indireta devem estabelecer, em contratos com entidades privadas, um percentual mínimo de vagas de trabalho para dependentes químicos recuperados.
Os Agentes da Paz irão identificar os dependentes químicos recuperados adequados para as vagas que irão surgir, obedecendo aos critérios exigidos por esta lei.
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