'Botões do pânico' são entregues a vítimas de violência doméstica em Arapiraca
O dispositivo conhecido como “botão do pânico”, destinado às vítimas de violência doméstica, começou a ser utilizado em Arapiraca, nessa terça-feira (31). Segundo a juíza Isabelle Sampaio, titular do Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca, o mecanismo é mais uma forma de proteção para as vítimas.
A juíza explicou que três mulheres foram ao Juizado requerer medida protetiva de urgência. A magistrada proibiu os agressores de se aproximarem das vítimas, mas eles descumpriram a determinação.
A titular do Juizado, então, determinou que os acusados utilizassem tornozeleiras eletrônicas, que vieram equipadas com o “botão do pânico”. “Mesmo com a decisão judicial, muitas mulheres não se sentem protegidas. Esse mecanismo traz mais segurança às vítimas”, afirmou a magistrada.
Os “botões do pânico” são disponibilizados pela Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris). Cerca de 50 desses equipamentos estão disponíveis no Estado, segundo o tenente Fonseca, do Centro de Monitoramento Eletrônico de Presos (CMEP), em Arapiraca.
“A mulher pode acionar o dispositivo, mas ele também vibra automaticamente quando o agressor se aproxima. O Centro de Monitoramento é acionado e viaturas da Polícia Militar são enviadas até o local onde a vítima está”, explicou o tenente, ressaltando que o aparelho já foi disponibilizado em Maceió, em outros três casos.
A juíza explicou que três mulheres foram ao Juizado requerer medida protetiva de urgência. A magistrada proibiu os agressores de se aproximarem das vítimas, mas eles descumpriram a determinação.
A titular do Juizado, então, determinou que os acusados utilizassem tornozeleiras eletrônicas, que vieram equipadas com o “botão do pânico”. “Mesmo com a decisão judicial, muitas mulheres não se sentem protegidas. Esse mecanismo traz mais segurança às vítimas”, afirmou a magistrada.
Os “botões do pânico” são disponibilizados pela Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris). Cerca de 50 desses equipamentos estão disponíveis no Estado, segundo o tenente Fonseca, do Centro de Monitoramento Eletrônico de Presos (CMEP), em Arapiraca.
“A mulher pode acionar o dispositivo, mas ele também vibra automaticamente quando o agressor se aproxima. O Centro de Monitoramento é acionado e viaturas da Polícia Militar são enviadas até o local onde a vítima está”, explicou o tenente, ressaltando que o aparelho já foi disponibilizado em Maceió, em outros três casos.
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