Grupo inaugura casa para abrigar gays expulsos pelas famílias em SP
A primeira casa para abrigar pessoas que sofrem preconceito por causa da orientação sexual foi inaugurada em São Paulo, informou o Bom Dia Brasil desta segunda-feira (30). O espaço oferece assistência completa para que os jovens alcancem rapidamente suas independências.
A história da Casa 1, onde os moradores não têm o mesmo sobrenome, começou com Iran Giusti, que oferecia o sofá para os amigos expulsos de casa pela família. “A expulsão não necessariamente vem acompanhada da frase ‘Pegue suas coisas e saia’. Muitas pessoas aqui sofreram exorcismo semanalmente. Como você vai lidar com isso?”, questiona Iran.
Otávio Sales Gomes conta que vivia muitos conflitos com a família até o dia em que foi agredido por um tio. “Fui a uma delegacia registrar um boletim de ocorrência, mas tive que ensinar o policial como escrevia ‘homofobia’. Ele nunca tinha ouvido falar disso na vida”, conta.
O idealizador do projeto disse que o sofá em que abrigava amigos já não tinha espaço suficiente para a demanda, e então surgiu a ideia da Casa 1. O imóvel se tornou realidade com a ajuda de muitas pessoas, que arrecadaram dinheiro para o aluguel de um ano inteiro.
Os móveis, alimentos, roupas, sapatos e doações chegam todos os dias e voluntários oferecem atendimento psicológico, médico, orientação para fazer currículo e conseguir um emprego. “Nossa ideia não é ser um albergue, é tipo uma república”, explica Otávio.
As vagas são temporárias na república e duram até três meses. “Eu tenho que colocar na minha cabeça que estou aqui de passagem, que este é o meu lar por enquanto e que o meu lar eu vou fazer sozinho”, afirma um dos hóspedes, Marcel Borges.
Os administradores do espaço também estão montando um centro cultural e uma biblioteca no local, que serão abertos para a vizinhança. A psicóloga Cristiane Silva, vizinha do imóvel, foi ao espaço descobrir como poderia ajudar. “Acho que um pouquinho de cada um, seja em um alimento, em uma roupa, em uma palavra, em um emprego, em um apoio, já está fazendo alguma diferença”, acredita.
Até domingo (29), a casa tinha cinco pessoas. Nesta segunda são esperados novos moradores. A casa tem capacidade para doze pessoas e já tem mais de vinte em uma fila de espera. Os organizadores não recebem menores de idade e priorizam casos mais urgentes. Mais de 400 voluntários já procuraram o organizador oferecendo diversos tipos de ajuda e serviços.
A história da Casa 1, onde os moradores não têm o mesmo sobrenome, começou com Iran Giusti, que oferecia o sofá para os amigos expulsos de casa pela família. “A expulsão não necessariamente vem acompanhada da frase ‘Pegue suas coisas e saia’. Muitas pessoas aqui sofreram exorcismo semanalmente. Como você vai lidar com isso?”, questiona Iran.
Otávio Sales Gomes conta que vivia muitos conflitos com a família até o dia em que foi agredido por um tio. “Fui a uma delegacia registrar um boletim de ocorrência, mas tive que ensinar o policial como escrevia ‘homofobia’. Ele nunca tinha ouvido falar disso na vida”, conta.
O idealizador do projeto disse que o sofá em que abrigava amigos já não tinha espaço suficiente para a demanda, e então surgiu a ideia da Casa 1. O imóvel se tornou realidade com a ajuda de muitas pessoas, que arrecadaram dinheiro para o aluguel de um ano inteiro.
Os móveis, alimentos, roupas, sapatos e doações chegam todos os dias e voluntários oferecem atendimento psicológico, médico, orientação para fazer currículo e conseguir um emprego. “Nossa ideia não é ser um albergue, é tipo uma república”, explica Otávio.
As vagas são temporárias na república e duram até três meses. “Eu tenho que colocar na minha cabeça que estou aqui de passagem, que este é o meu lar por enquanto e que o meu lar eu vou fazer sozinho”, afirma um dos hóspedes, Marcel Borges.
Os administradores do espaço também estão montando um centro cultural e uma biblioteca no local, que serão abertos para a vizinhança. A psicóloga Cristiane Silva, vizinha do imóvel, foi ao espaço descobrir como poderia ajudar. “Acho que um pouquinho de cada um, seja em um alimento, em uma roupa, em uma palavra, em um emprego, em um apoio, já está fazendo alguma diferença”, acredita.
Até domingo (29), a casa tinha cinco pessoas. Nesta segunda são esperados novos moradores. A casa tem capacidade para doze pessoas e já tem mais de vinte em uma fila de espera. Os organizadores não recebem menores de idade e priorizam casos mais urgentes. Mais de 400 voluntários já procuraram o organizador oferecendo diversos tipos de ajuda e serviços.
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