Polícia diz que explosivos achados em Colônia foram comprados pela prefeitura
O mistério dos explosivos encontrados dentro de uma secretaria na cidade de Colônia Leopoldina parece estar perto do fim. De acordo com o delegado Vinicius Ferrari, da Seção de Roubo a Banco (Serb) da Polícia Civil, as 38 bananas de dinamite encontradas no início do mês passado foram adquiridas pela própria prefeitura.
A conclusão aconteceu depois do depoimento de diversos funcionários e ex-funcionários da administração municipal, que afirmaram que o material seria utilizado em obras. Agora, a polícia pretende averiguar se havia autorização para a aquisição dos explosivos e se parte deles chegou a ser utilizada.
"Vamos mandar as informações para o Exército para ver se está certo ou não esse processo. Pelo que sei, isso não pode ser comprado sem autorização. Queremos saber qual foi a empresa que vendeu e se a quantidade encontrada é a mesma que foi vendida; se não é a mesma, onde foi utilizado e o que está faltando", disse Vinicius Ferrari.
O delegado também acrescenta que o material não poderia estar acondicionado do jeito em que foi deixado. Os dinamites foram apreendidos por uma equipe da Serb na noite do dia 4 de janeiro, dentro da Secretaria de Infraestrutura de Colônia Leopoldina. Os objetos foram encontrados durante o processo de transição do novo secretário.
Além das 38 bananas, a polícia encontrou também 15 quilos de emulsão explosiva, oito espoletas e mais de 11 metros de fios. O fruto da apreensão foi incinerado pelo esquadrão antibomba do Tático Integrado de Resgates Especiais (Tigre). Equipes da 108º DP do município participaram da ação.
"Todo mundo que teve acesso ao material já foi ouvido e o inquérito está concluído. Agora vamos depender apenas da resposta do Exército. Devemos encaminhar esse material para eles na próxima semana", acrescenta o delegado.
A conclusão aconteceu depois do depoimento de diversos funcionários e ex-funcionários da administração municipal, que afirmaram que o material seria utilizado em obras. Agora, a polícia pretende averiguar se havia autorização para a aquisição dos explosivos e se parte deles chegou a ser utilizada.
"Vamos mandar as informações para o Exército para ver se está certo ou não esse processo. Pelo que sei, isso não pode ser comprado sem autorização. Queremos saber qual foi a empresa que vendeu e se a quantidade encontrada é a mesma que foi vendida; se não é a mesma, onde foi utilizado e o que está faltando", disse Vinicius Ferrari.
O delegado também acrescenta que o material não poderia estar acondicionado do jeito em que foi deixado. Os dinamites foram apreendidos por uma equipe da Serb na noite do dia 4 de janeiro, dentro da Secretaria de Infraestrutura de Colônia Leopoldina. Os objetos foram encontrados durante o processo de transição do novo secretário.
Além das 38 bananas, a polícia encontrou também 15 quilos de emulsão explosiva, oito espoletas e mais de 11 metros de fios. O fruto da apreensão foi incinerado pelo esquadrão antibomba do Tático Integrado de Resgates Especiais (Tigre). Equipes da 108º DP do município participaram da ação.
"Todo mundo que teve acesso ao material já foi ouvido e o inquérito está concluído. Agora vamos depender apenas da resposta do Exército. Devemos encaminhar esse material para eles na próxima semana", acrescenta o delegado.
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