Prefeito afirma que Arapiraca pode não receber recursos federais por conta de dívidas
Transparência, dignidade e diálogo foram palavras de ordem do prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo, durante coletiva de imprensa, realizada na manhã desta terça-feira (23), que também contou com a participação de todo o secretariado da cidade. O gestor municipal apresentou as expectativas financeiras para o ano de 2017, assim como os problemas que a Prefeitura irá enfrentar, em decorrência da má administração anterior.
De acordo com Teófilo, faz mais de um ano que a Prefeitura de Arapiraca não apresenta o relatório da Lei de Responsabilidade Fiscal ao Tribunal de Contas, o que pode dificultar ou até mesmo impedir que o município receba recursos federais.
Teófilo aponta que, em termos brutos, Arapiraca deve R$ 100 milhões em contratos. Esses contratos serão julgados um por uma equipe jurídica. Em 20 anos, foram acumulados quase R$ 65 milhões de débitos previdenciários e foram realizados parcelamentos em cima de pouco mais de R$ 777 mil da dívida.
“Não estou querendo prejudicar ninguém, mas trabalharei com a verdade. Meu patrimônio é o que está sendo deixado pelo meu pai: é a ética, a verdade, a dignidade. Isso chama-se dignidade do gestor: dizer a verdade”, comentou.
O prefeito afirma ainda que a gestão anterior deu prioridade a pagar contas e não aos servidores. São mais de R$ 11 milhões em dívidas e o caixa da prefeitura conta com pouco mais de R$ 100 mil. Hoje, o município paga em média R$ 457.000,00 por mês, em parcelas. Ele afirma que encontrou a prefeitura com pouco mais de R$ 31 mil.
“Por isso será realizada uma auditoria na prefeitura, para fazer um levantamento digno, com apoio do Ministério Público, do Judiciário e do Tribunal de Contas. “Precisamos ser verdadeiros com os servidores da casa, que são cerca de 10 mil, sendo 3 mil somente na Prefeitura” ratifica o prefeito.
Sobre os investimentos em obras da cidade, Rogério disse que não pagaria à empresa que realiza o saneamento, enquanto os buracos não forem tapados nas vias da cidade.
“Estamos dialogando abertamente, sendo um governo com participação popular. Não estamos escondendo os extratos bancários. Eu não posso tirar dinheiro do Fundeb para pagar os débitos municipais, eu tenho que tirar dinheiro da prefeitura. Eu tenho que tomar medidas para melhorar a situação da prefeitura, como a atitude de diminuir o número de secretarias, com uma gestão de otimização”, disse.
O prefeito afirma que Festa da Padroeira não deu nem um retorno financeiro à prefeitura, durante décadas, e que o dinheiro que arrecadado com a última festa será investido. “Isso chama-se transparência, verdade. Hoje, a gente tem resultados parciais, tendo em vista que o resultado será concluído em 60 dias”, afirmou.
O prefeito aponta que foram detectados muitos débitos empenhados sem cobertura financeira e que está sendo realizado o diagnóstico necessário. A previsão de arrecadação para o mês de janeiro é de R$ 10.664.387,00, sendo a despesa de R$ 14.956,700,64.
Perguntado sobre o 13º salário dos servidores que está atrasado, ele garantiu que será pago, mas que será feito um planejamento para que isso aconteça. “Eu não quis adiantar umas atualizações, com respeito ao sindicato. Esse débito que está aí é um débito da prefeitura, da gestão anterior, mas que hoje como prefeito da cidade, também tenho responsabilidade sobre ele”, completou.
A prefeitura conta com 10 mil servidores, sendo 800 comissionados cortados. O gestor garante que todos os débitos de 2016 serão revistos e uma negociação será realizada com o superintendente da Caixa, para captar recursos.
De acordo com Teófilo, faz mais de um ano que a Prefeitura de Arapiraca não apresenta o relatório da Lei de Responsabilidade Fiscal ao Tribunal de Contas, o que pode dificultar ou até mesmo impedir que o município receba recursos federais.
Teófilo aponta que, em termos brutos, Arapiraca deve R$ 100 milhões em contratos. Esses contratos serão julgados um por uma equipe jurídica. Em 20 anos, foram acumulados quase R$ 65 milhões de débitos previdenciários e foram realizados parcelamentos em cima de pouco mais de R$ 777 mil da dívida.
“Não estou querendo prejudicar ninguém, mas trabalharei com a verdade. Meu patrimônio é o que está sendo deixado pelo meu pai: é a ética, a verdade, a dignidade. Isso chama-se dignidade do gestor: dizer a verdade”, comentou.
O prefeito afirma ainda que a gestão anterior deu prioridade a pagar contas e não aos servidores. São mais de R$ 11 milhões em dívidas e o caixa da prefeitura conta com pouco mais de R$ 100 mil. Hoje, o município paga em média R$ 457.000,00 por mês, em parcelas. Ele afirma que encontrou a prefeitura com pouco mais de R$ 31 mil.
“Por isso será realizada uma auditoria na prefeitura, para fazer um levantamento digno, com apoio do Ministério Público, do Judiciário e do Tribunal de Contas. “Precisamos ser verdadeiros com os servidores da casa, que são cerca de 10 mil, sendo 3 mil somente na Prefeitura” ratifica o prefeito.
Sobre os investimentos em obras da cidade, Rogério disse que não pagaria à empresa que realiza o saneamento, enquanto os buracos não forem tapados nas vias da cidade.
“Estamos dialogando abertamente, sendo um governo com participação popular. Não estamos escondendo os extratos bancários. Eu não posso tirar dinheiro do Fundeb para pagar os débitos municipais, eu tenho que tirar dinheiro da prefeitura. Eu tenho que tomar medidas para melhorar a situação da prefeitura, como a atitude de diminuir o número de secretarias, com uma gestão de otimização”, disse.
O prefeito afirma que Festa da Padroeira não deu nem um retorno financeiro à prefeitura, durante décadas, e que o dinheiro que arrecadado com a última festa será investido. “Isso chama-se transparência, verdade. Hoje, a gente tem resultados parciais, tendo em vista que o resultado será concluído em 60 dias”, afirmou.
O prefeito aponta que foram detectados muitos débitos empenhados sem cobertura financeira e que está sendo realizado o diagnóstico necessário. A previsão de arrecadação para o mês de janeiro é de R$ 10.664.387,00, sendo a despesa de R$ 14.956,700,64.
Perguntado sobre o 13º salário dos servidores que está atrasado, ele garantiu que será pago, mas que será feito um planejamento para que isso aconteça. “Eu não quis adiantar umas atualizações, com respeito ao sindicato. Esse débito que está aí é um débito da prefeitura, da gestão anterior, mas que hoje como prefeito da cidade, também tenho responsabilidade sobre ele”, completou.
A prefeitura conta com 10 mil servidores, sendo 800 comissionados cortados. O gestor garante que todos os débitos de 2016 serão revistos e uma negociação será realizada com o superintendente da Caixa, para captar recursos.
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