Governador aceita atuação de Forças Armadas nos presídios em Alagoas
O governador Renan Filho aceitou a ajuda federal para a atuação de tropas federais nos presídios alagoanos, e classificou a medida como "bem-vinda", caso seja confirmada pelo presidente Michel Temer.
O Ministério da Justiça não informou o possível número de homens destinados a auxiliar no trabalho dos agentes penitenciários alagoanos. Para definir este quantitativo, será necessária uma análise minuciosa da situação do sistema carcerário alagoano.
“Toda ajuda é importante, mas como disse o próprio presidente da República não é o envio das forças, para fazer especificamente revista, que vai resolver o problema prisional do Brasil. Mas nós recebemos a ajuda e esperamos que ela colabore”, comentou Renan Filho.
Até o momento, o envio de tropas federais está confirmada nos Estados de Amazonas, Rio Grande do Norte e Roraima.
Crise nos presídios
Alagoas contabilizou duas mortes de detentos desde o início da crise nacional no sistema carcerário. Operações de varreduras e transferências de presos vêm sendo feitas constantemente para evitar novos motins.
Mais de mil detentos foram movimentados em um único dia, como medida preventiva no Presídio Baldomero Cavalcanti. Nos demais presídios, 480 foram remanejados.
O Estado ainda explica que Alagoas não tem encontrado barreiras para identificar os líderes das facções, ao contrário do resto do país, o que ajuda no trabalho preventivo da Segurança Pública. Os agentes penitenciários alagoanos não encontram dificuldades para entrar nas celas, de acordo com a Secretaria de Estado da Ressocialização e Inserção Social
Alagoas tem, proporcionalmente, um grande número de reeducandos do regime semiaberto empregados. Dos 1.648, quase um terço deles está empregada.
O Ministério da Justiça não informou o possível número de homens destinados a auxiliar no trabalho dos agentes penitenciários alagoanos. Para definir este quantitativo, será necessária uma análise minuciosa da situação do sistema carcerário alagoano.
“Toda ajuda é importante, mas como disse o próprio presidente da República não é o envio das forças, para fazer especificamente revista, que vai resolver o problema prisional do Brasil. Mas nós recebemos a ajuda e esperamos que ela colabore”, comentou Renan Filho.
Até o momento, o envio de tropas federais está confirmada nos Estados de Amazonas, Rio Grande do Norte e Roraima.
Crise nos presídios
Alagoas contabilizou duas mortes de detentos desde o início da crise nacional no sistema carcerário. Operações de varreduras e transferências de presos vêm sendo feitas constantemente para evitar novos motins.
Mais de mil detentos foram movimentados em um único dia, como medida preventiva no Presídio Baldomero Cavalcanti. Nos demais presídios, 480 foram remanejados.
O Estado ainda explica que Alagoas não tem encontrado barreiras para identificar os líderes das facções, ao contrário do resto do país, o que ajuda no trabalho preventivo da Segurança Pública. Os agentes penitenciários alagoanos não encontram dificuldades para entrar nas celas, de acordo com a Secretaria de Estado da Ressocialização e Inserção Social
Alagoas tem, proporcionalmente, um grande número de reeducandos do regime semiaberto empregados. Dos 1.648, quase um terço deles está empregada.
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