Alagoas é o quarto Estado com maior número de membros do PCC
O Norte e o Nordeste do país são as mais novas fronteiras da expansão do PCC (Primeiro Comando da Capital) no Brasil. As duas regiões, onde três grandes rebeliões já causaram a morte mais de cem presos nos primeiros dias deste ano, têm hoje cerca de 6 mil criminosos ligados à facção de origem paulista. Isso corresponde a cerca de 33% de todos os filiados à organização. Alagoas aparece em quarto lugar no País no ranking com mais filiados ao PCC.
Segundo levantamento pelo pelo Centro de Segurança Institucional e Inteligência do Ministério Público de São Paulo, o Estado possui 970 membros da facção.
O número corresponde a integrantes presos e em liberdade e coloca Alagoas apenas atrás do Ceará, com 1396 integrantes, em maior número de filiados no Nordeste. Juntos, os noves da região têm 3.818 criminosos ligados ao PCC. O Rio Grande do Norte é o terceiro na lista, com 446 membros.
Foi lá, na Penitenciária de Alcaçuz, que uma rebelião matou 26 presos no sábado (14). Desde então, detentos permanecem fora das celas provocando seguidos tumultos. Segundo autoridades, o motim é motivado por disputas entre o Primeiro Comando da Capital e o Sindicato do Crime do RN, uma facção local.
Disputas entre o PCC e outra facção, a FDN (Família do Norte), motivaram outras duas rebeliões ocorridas na região Norte: em Roraima e Amazonas. No dia 6, 31 presos morreram na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista (RR). Dias antes, 56 internos morreram no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em Manaus (AM).
Os dados, porém, não são oficiais já que o PCC opera na ilegalidade e é impossível a realização de uma contagem exata. Mesmo assim, segundo o promotor Lincoln Gakiya, do MP de São Paulo, os números dão uma noção sobre como o grupo atua em diversas regiões do país.
"No Estado de São Paulo [onde o PCC surgiu há cerca de 30 anos], estimamos que existam sete mil pessoas filiadas à facção. No Ceará, já são cerca de 1.400", afirmou o promotor. "Ou seja, para cada cinco criminosos 'batizados' pelo PCC em São Paulo, já temos um 'batizado' no Ceará."
Procurado para comentar a atuação do Primeiro Comando da Capital, o Ministério da Justiça informou que "só acompanha a presença de integrantes de facções nos presídios federais".
Segundo levantamento pelo pelo Centro de Segurança Institucional e Inteligência do Ministério Público de São Paulo, o Estado possui 970 membros da facção.
O número corresponde a integrantes presos e em liberdade e coloca Alagoas apenas atrás do Ceará, com 1396 integrantes, em maior número de filiados no Nordeste. Juntos, os noves da região têm 3.818 criminosos ligados ao PCC. O Rio Grande do Norte é o terceiro na lista, com 446 membros.
Foi lá, na Penitenciária de Alcaçuz, que uma rebelião matou 26 presos no sábado (14). Desde então, detentos permanecem fora das celas provocando seguidos tumultos. Segundo autoridades, o motim é motivado por disputas entre o Primeiro Comando da Capital e o Sindicato do Crime do RN, uma facção local.
Disputas entre o PCC e outra facção, a FDN (Família do Norte), motivaram outras duas rebeliões ocorridas na região Norte: em Roraima e Amazonas. No dia 6, 31 presos morreram na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista (RR). Dias antes, 56 internos morreram no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em Manaus (AM).
Os dados, porém, não são oficiais já que o PCC opera na ilegalidade e é impossível a realização de uma contagem exata. Mesmo assim, segundo o promotor Lincoln Gakiya, do MP de São Paulo, os números dão uma noção sobre como o grupo atua em diversas regiões do país.
"No Estado de São Paulo [onde o PCC surgiu há cerca de 30 anos], estimamos que existam sete mil pessoas filiadas à facção. No Ceará, já são cerca de 1.400", afirmou o promotor. "Ou seja, para cada cinco criminosos 'batizados' pelo PCC em São Paulo, já temos um 'batizado' no Ceará."
Procurado para comentar a atuação do Primeiro Comando da Capital, o Ministério da Justiça informou que "só acompanha a presença de integrantes de facções nos presídios federais".
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