Governo de AL garante piso salarial a professores instituído pelo Ministério da Educação
Em meio a todas as dificuldades do país, Alagoas vai na contramão da crise e pagará o reajuste de 7,64% no piso salarial dos professores, anunciado recentemente pelo Ministério da Educação (MEC). A garantia foi dada pelo vice-governador e secretário da Educação, Luciano Barbosa.
"A Educação é prioridade no Estado de Alagoas e, inclusive, uma orientação do governador Renan Filho. Então mesmo com todas as dificuldades, honraremos com o reajuste do piso salarial determinado pelo Ministério da Educação ", afirma Barbosa.
De acordo com Barbosa, Alagoas foi um dos poucos estados que conseguiram cortar gastos e não ficaram no vermelho. Na Educação, foram redirecionados cerca de R$ 123 milhões por ano com quebras de contratos como, por exemplo, o de vigilância armada e do aluguel de um galpão logístico. Com o recurso em caixa, pode se investir no chão da escola, com reformas das prediais, construções de ginásios e implentação de outros programas de descentralização de verba.
Retroativo
Em 2016, Alagoas pagou o piso salarial aos docentes e este ano não será diferente. Sobre a data de pagamento, dependerá do estudo das Secretarias do Planejamento e Gestão (Seplag) e da Fazenda (Sefaz).
O gestor da pasta de Educação afirma ainda que assim que for implantado, "dependerá só da confecção da folha de pagamento e será retroativo a janeiro".
O percentual do reajuste de 7,64% é acima da inflação, que fechou em 6,29% no ano passado. O piso, anunciado pelo Ministério da Educação no último dia 12 era de R$ 2.135,64, e passará a ser de R$ 2.298,80 em todo país. É o mínimo que um professor em território nacional, com carga horária de 40 horas semanais e formação de ensino médio ao menos, passa a ganhar.
"A Educação é prioridade no Estado de Alagoas e, inclusive, uma orientação do governador Renan Filho. Então mesmo com todas as dificuldades, honraremos com o reajuste do piso salarial determinado pelo Ministério da Educação ", afirma Barbosa.
De acordo com Barbosa, Alagoas foi um dos poucos estados que conseguiram cortar gastos e não ficaram no vermelho. Na Educação, foram redirecionados cerca de R$ 123 milhões por ano com quebras de contratos como, por exemplo, o de vigilância armada e do aluguel de um galpão logístico. Com o recurso em caixa, pode se investir no chão da escola, com reformas das prediais, construções de ginásios e implentação de outros programas de descentralização de verba.
Retroativo
Em 2016, Alagoas pagou o piso salarial aos docentes e este ano não será diferente. Sobre a data de pagamento, dependerá do estudo das Secretarias do Planejamento e Gestão (Seplag) e da Fazenda (Sefaz).
O gestor da pasta de Educação afirma ainda que assim que for implantado, "dependerá só da confecção da folha de pagamento e será retroativo a janeiro".
O percentual do reajuste de 7,64% é acima da inflação, que fechou em 6,29% no ano passado. O piso, anunciado pelo Ministério da Educação no último dia 12 era de R$ 2.135,64, e passará a ser de R$ 2.298,80 em todo país. É o mínimo que um professor em território nacional, com carga horária de 40 horas semanais e formação de ensino médio ao menos, passa a ganhar.
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