Mutirão carcerário em Alagoas começa no próximo dia 23
O Poder Judiciário de Alagoas e as demais instituições envolvidas com a realização do mutirão carcerário no estado definiram a dinâmica de trabalho da ação, em reunião no Tribunal de Justiça, nesta terça-feira (17).
A partir do dia 23/01, até o dia 02/02, Ministério Público, Defensoria Pública e advogados poderão se manifestar nos processos. Do dia 02/02 ao dia 13/02, haverá os julgamentos dos processos pelos juízes, que avaliarão a legalidade do encarceramento e decidirão se os réus devem ser mantidos presos.
Cada magistrado vai trabalhar na sua respectiva sua unidade, já que os processos são virtuais. O Tribunal oferecerá reforço de servidores para as Varas que necessitarem. Todos os casos do mutirão se referem a presos provisórios, sem julgamento definitivo.
O desembargador Celyrio Adamastor, vice-presidente do Tribunal de Justiça, conduziu a reunião desta terça. Ele ressaltou que a importância do mutirão diante do excesso de pessoas recolhidas no sistema prisional.
“Há presos recolhidos há algum e tempo e com o processo sem movimentação. É necessário um impulso do Poder Judiciário, pra definir se é possível colocá-los em liberdade, com ou sem uso de tornozeleira eletrônica”, explicou Celyrio Adamastor.
Ainda há informações sobre a quantidade de processos que serão analisados.
A Corregedoria Geral de Justiça coordena toda a força-tarefa, sob a liderança do corregedor Paulo Barros da Silva Lima, que também participou da reunião.
Participaram ainda os juízes auxiliares da Presidência Ygor Figueiredo, Carlos Cavalcanti e Maurício Breda; a secretária especial da Presidência Ednilda Lessa; os promotores Almir José Crescêncio, Luiz Vasconcelos e Humberto Henrique Bulhões; o subdefensor público geral Carlos Eduardo Monteiro; e o advogado Fernando Guerra Filho, da Comissão do Advogado Criminalista da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas.
A partir do dia 23/01, até o dia 02/02, Ministério Público, Defensoria Pública e advogados poderão se manifestar nos processos. Do dia 02/02 ao dia 13/02, haverá os julgamentos dos processos pelos juízes, que avaliarão a legalidade do encarceramento e decidirão se os réus devem ser mantidos presos.
Cada magistrado vai trabalhar na sua respectiva sua unidade, já que os processos são virtuais. O Tribunal oferecerá reforço de servidores para as Varas que necessitarem. Todos os casos do mutirão se referem a presos provisórios, sem julgamento definitivo.
O desembargador Celyrio Adamastor, vice-presidente do Tribunal de Justiça, conduziu a reunião desta terça. Ele ressaltou que a importância do mutirão diante do excesso de pessoas recolhidas no sistema prisional.
“Há presos recolhidos há algum e tempo e com o processo sem movimentação. É necessário um impulso do Poder Judiciário, pra definir se é possível colocá-los em liberdade, com ou sem uso de tornozeleira eletrônica”, explicou Celyrio Adamastor.
Ainda há informações sobre a quantidade de processos que serão analisados.
A Corregedoria Geral de Justiça coordena toda a força-tarefa, sob a liderança do corregedor Paulo Barros da Silva Lima, que também participou da reunião.
Participaram ainda os juízes auxiliares da Presidência Ygor Figueiredo, Carlos Cavalcanti e Maurício Breda; a secretária especial da Presidência Ednilda Lessa; os promotores Almir José Crescêncio, Luiz Vasconcelos e Humberto Henrique Bulhões; o subdefensor público geral Carlos Eduardo Monteiro; e o advogado Fernando Guerra Filho, da Comissão do Advogado Criminalista da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas.
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