Presos rebelados exigem saída de diretor e ameaçam: 'vai rolar sangue'
Na esteira dos massacres no Amazonas, em Roraima e no Rio Grande do Norte, os presos encarcerados no Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, iniciaram uma rebelião na noite desta segunda-feira (16).
Segundo uma fonte da Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) entrevistada por O Tempo, o diretor da penitenciária em Ribeirão das Neves, Rodrigo Machado, estaria intervindo no esquema dos presos para a entrada de armas no local, o que teria sido um dos motivos do motim.
De acordo com o tenente-coronel Evandro Borges, comandante do 40º Batalhão de Polícia Militar (PM) de Ribeirão das Neves, cerca de 1.200 presos se rebelaram nos pavilhões quatro, cinco e seis do presídio, sendo 370 detentos em cada ala.
O pavilhão quatro já foi retomado pela PM. Do lado de fora é possível ouvir o barulho de bombas de efeito moral. "Encontramos duas celas quebradas. Mas por enquanto não há feridos ou reféns. Trabalhamos, neste momento, para retomar o controle dos outros pavilhões", disse Borges.
Em um vídeo que circula nas redes sociais, um dos presos faz as seguintes ameaças: “Vamos meter fogo em tudo. Vai queimar e morrer gente. Não é brincadeira. Vai rolar sangue”, diz o homem encapuzado, acompanhado de outros presos.
Veja o vídeo:
Segundo uma fonte da Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) entrevistada por O Tempo, o diretor da penitenciária em Ribeirão das Neves, Rodrigo Machado, estaria intervindo no esquema dos presos para a entrada de armas no local, o que teria sido um dos motivos do motim.
De acordo com o tenente-coronel Evandro Borges, comandante do 40º Batalhão de Polícia Militar (PM) de Ribeirão das Neves, cerca de 1.200 presos se rebelaram nos pavilhões quatro, cinco e seis do presídio, sendo 370 detentos em cada ala.
O pavilhão quatro já foi retomado pela PM. Do lado de fora é possível ouvir o barulho de bombas de efeito moral. "Encontramos duas celas quebradas. Mas por enquanto não há feridos ou reféns. Trabalhamos, neste momento, para retomar o controle dos outros pavilhões", disse Borges.
Em um vídeo que circula nas redes sociais, um dos presos faz as seguintes ameaças: “Vamos meter fogo em tudo. Vai queimar e morrer gente. Não é brincadeira. Vai rolar sangue”, diz o homem encapuzado, acompanhado de outros presos.
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