Alagoas teve sete mortes violentas e 11 naturais nos presídios em 2016
A Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) informou que foram registradas 18 mortes no sistema prisional no ano passado. Deste total, sete delas foram comprovadas, por meio de perícia técnica, que ocorreram de forma violenta. As demais (11) se trataram de mortes clínicas.
Três dos casos violentos vitimaram reeducandos recolhidos no Presídio de Segurança Máxima (PSM). Luciano Soares da Silva Rocha, Ricardo Afonso Ferreira Sarmento e Marcondes da Silva Soares foram mortos dentro desta unidade prisional ao longo de 2016.
Já Manoel Messias da Silva e Marcos Antônio dos Santos foram encontrados sem vida dentro do presídio Cyridião Durval e Silva com sinais de morte violenta. Rafael Gonçalves Borges morreu dentro de uma cela do Baldomero Cavalcanti e Raul Bispo, no Centro Psiquiátrico Judiciário (CPJ), o antigo Manicômio Judiciário.
O caso mais recente, e que envolveu morte natural, aconteceu no dia 28 de dezembro do ano passado. Um reeducando do Presídio Baldomero Cavalcanti foi encontrado morto no módulo dois daquela unidade.
O reeducando Giovanni Wellinsson Barbosa dividia a cela oito, do módulo dois, com mais sete detentos, que foram conduzidos para prestar depoimento à Polícia Civil. A lista completa das mortes veja na foto. O caso de Giovanni ainda não consta na relação
"O sistema prisional de Alagoas é transparente e não escondemos os números. Aí está a realidade do que aconteceu no ano passado. Temos que ressaltar que temos um sistema controlado, organizado e bastante mapeado com todas as situações", avalia o tenente-coronel Marcos Sérgio Freitas, secretário de Ressocialização e Inclusão Social.
O levantamento das mortes ocorridas no ano passado no sistema prisional de Alagoas foram fornecidos pela Chefia de Pesquisa e Estatística (CPEST), que pertence à Seris.
Uma pesquisa feita pelo site G1 mostra que, no Brasil, ocorreram quase 400 mortes violentas nos presídios brasileiros em 2016. Os dados colocam Alagoas com o registro de 14 mortes violentas no ano passado, número que foi refutado pelo secretário Marcos Sérgio, com base no setor de estatística do órgão estadual.
Três dos casos violentos vitimaram reeducandos recolhidos no Presídio de Segurança Máxima (PSM). Luciano Soares da Silva Rocha, Ricardo Afonso Ferreira Sarmento e Marcondes da Silva Soares foram mortos dentro desta unidade prisional ao longo de 2016.
Já Manoel Messias da Silva e Marcos Antônio dos Santos foram encontrados sem vida dentro do presídio Cyridião Durval e Silva com sinais de morte violenta. Rafael Gonçalves Borges morreu dentro de uma cela do Baldomero Cavalcanti e Raul Bispo, no Centro Psiquiátrico Judiciário (CPJ), o antigo Manicômio Judiciário.
O caso mais recente, e que envolveu morte natural, aconteceu no dia 28 de dezembro do ano passado. Um reeducando do Presídio Baldomero Cavalcanti foi encontrado morto no módulo dois daquela unidade.
O reeducando Giovanni Wellinsson Barbosa dividia a cela oito, do módulo dois, com mais sete detentos, que foram conduzidos para prestar depoimento à Polícia Civil. A lista completa das mortes veja na foto. O caso de Giovanni ainda não consta na relação
"O sistema prisional de Alagoas é transparente e não escondemos os números. Aí está a realidade do que aconteceu no ano passado. Temos que ressaltar que temos um sistema controlado, organizado e bastante mapeado com todas as situações", avalia o tenente-coronel Marcos Sérgio Freitas, secretário de Ressocialização e Inclusão Social.
O levantamento das mortes ocorridas no ano passado no sistema prisional de Alagoas foram fornecidos pela Chefia de Pesquisa e Estatística (CPEST), que pertence à Seris.
Uma pesquisa feita pelo site G1 mostra que, no Brasil, ocorreram quase 400 mortes violentas nos presídios brasileiros em 2016. Os dados colocam Alagoas com o registro de 14 mortes violentas no ano passado, número que foi refutado pelo secretário Marcos Sérgio, com base no setor de estatística do órgão estadual.
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