'Pente-fino' apreende armas artesanais, drogas e celulares no Cyridião Durval
Uma operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do Grupo de Remoção e Intervenção Tática (Gerit) apreendeu uma série de materiais ilícitos no Presídio Cyridião Durval, no Tabuleiro do Martins, em Maceió. A ação aconteceu na terça-feira (3), nos módulos G2 e G3.
Segundo o gestor penitenciário da Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), major Anísio, no G2 foram apreendidos dois chips, cinco celulares, 13 espetos, seis folhas de anotação, um fone de ouvido, 300 gramas de maconha e três cachimbos utilizados para drogas.
Já no módulo G3 foram encontrados dois celulares, dois carregadores, dois chips, duas baterias, anotações e cachimbos. O material eletrônico será periciado para tentar descobrir os donos. "Depois disso pode ser aberto um processo administrativo. As drogas os preços jogaram pela janela, então não temos como saber de quem era", ressalta.
O major acrescenta que as operações são de rotina, mas foram motivadas também pelos acontecimentos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. Uma rebelião iniciada na tarde de domingo (1º) deixou 60 mortos, sendo estes integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e alguns presos por estupro.
"Essa revista já estava prevista, mas resolvemos adiantá-la diante do fato de Manaus. Agora vamos passar por outros módulos, vasculhando todo o complexo em locais e dias alternados", acrescentou o gestor penitenciário.
Segundo o gestor penitenciário da Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), major Anísio, no G2 foram apreendidos dois chips, cinco celulares, 13 espetos, seis folhas de anotação, um fone de ouvido, 300 gramas de maconha e três cachimbos utilizados para drogas.
Já no módulo G3 foram encontrados dois celulares, dois carregadores, dois chips, duas baterias, anotações e cachimbos. O material eletrônico será periciado para tentar descobrir os donos. "Depois disso pode ser aberto um processo administrativo. As drogas os preços jogaram pela janela, então não temos como saber de quem era", ressalta.
O major acrescenta que as operações são de rotina, mas foram motivadas também pelos acontecimentos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. Uma rebelião iniciada na tarde de domingo (1º) deixou 60 mortos, sendo estes integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e alguns presos por estupro.
"Essa revista já estava prevista, mas resolvemos adiantá-la diante do fato de Manaus. Agora vamos passar por outros módulos, vasculhando todo o complexo em locais e dias alternados", acrescentou o gestor penitenciário.
Últimas Notícias
Política em Pauta
JHC foge do debate com Renan Filho e deixa cadeira vazia na Band
Política
Rolê com a Pilili leva treinamento na urna eletrônica ao Maceió Shopping neste fim de semana
Saúde
Hospital Regional de Viçosa será entregue ampliado no dia 16 de setembro
Brasil / Mundo
Justiça autoriza prisão domiciliar para mulher de 38 anos que fingiu ser adolescente de 12 anos
Brasil / Mundo
Aluna ataca e esfaqueia professora dentro de sala de aula
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Ministro dos Transportes vistoria obras do VLT em Arapiraca
TV JÁ É
Julgamento de escultor, em Arapiraca
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Prefeitura entrega óculos em Arapiraca
TV JÁ É

