TJ/AL encerra 2016 com mais de 25 mil pessoas atendidas no projeto “Justiça Itinerante”
Neusa Silva e Claudemir Silva, juntos há nove anos, foram um dos 1.855 casais que tiveram a união oficializada em casamentos coletivos promovidos com o apoio do Poder Judiciário de Alagoas, em 2016. Residentes em Santana do Mundaú, na Zona da Mata Alagoana, eles aproveitaram a ação do projeto Justiça Itinerante para legalizar a união.
“Sempre que alguém da comunidade precisava casar, era muito demorado, tínhamos que sair de casa e procurar a Justiça. Quando soube que haveria essa ação, ficamos muito felizes. Oficializar o nosso casamento é um momento muito importante em nossas vidas”, relatou o noivo Claudemir.
Em 2016, as ações desenvolvidas pelo Justiça Itinerante beneficiaram 25.940 pessoas. Nesse período, foram realizados 29 eventos, que incluíram a realização de audiências, julgamentos e emissão de documentos. Aconteceram ainda 23 casamentos coletivos, parte deles dentro dos próprios mutirões.
O Justiça Itinerante também auxiliou nas duas edições da Semana pela Paz em Casa, em Maceió e Arapiraca, e no 3º Ciclo de Conciliação, em São José da Tapera. Foram 3.283 audiências realizadas, 1.952 sentenças proferidas, 2.371 documentos emitidos, em conjunto com atividades nas áreas de saúde, educação e bem-estar.
Mudança de nome
Dona Edna Ludovico, de 91 anos, também foi uma das beneficiadas pelo projeto, por meio de mutirão realizado no mês de agosto. Acompanhada dos filhos, ela conseguiu mudar o nome que consta na sua certidão de nascimento.
“Numa segunda via, a servidora colocou só ‘Edna’. Já faz um bom tempo, foi em [mil novecentos e] oitenta e pouco. Quando foi agora, ela foi tirar uma identidade e pediram o registro. Quando a gente foi pegar o registro no cartório, só tinha ‘Edna’”, contou a filha, Ana Rose.
Sem demora e complicações, o problema foi resolvido. “Estamos satisfeitos. Falamos com o juiz e agora vamos para o cartório retificar”, disse a filha.
Para o juiz André Gêda, coordenador do projeto, os resultados obtidos durante o ano reforçam a importância dos laços entre a Justiça e a comunidade para a promoção da cidadania. “Avalio o trabalho da equipe de forma exitosa, pois os números demonstram que o Justiça Itinerante alcançou milhares de cidadãos. Nosso objetivo é levar Justiça e cidadania aos que mais necessitam, e ficamos felizes em ver a confiança das pessoas no Judiciário”, afirmou.
Na Capital, as ações foram desenvolvidas nos bairros Benedito Bentes, Jacintinho, Fernão Velho, Farol, Cruz das Almas, Cambona, Ipioca, Saúde, Tabuleiro Novo, Serraria, Tabuleiro dos Martins, entre outros. No interior, houve mutirões em Arapiraca, Paripueira, Coruripe, Santana do Mundaú, São José da Tapera, Matriz do Camaragibe, São Luiz do Quitunde, São Miguel, Penedo, Cacimbinhas, Maragogi, Rio Largo e Porto Calvo.
“Sempre que alguém da comunidade precisava casar, era muito demorado, tínhamos que sair de casa e procurar a Justiça. Quando soube que haveria essa ação, ficamos muito felizes. Oficializar o nosso casamento é um momento muito importante em nossas vidas”, relatou o noivo Claudemir.
Em 2016, as ações desenvolvidas pelo Justiça Itinerante beneficiaram 25.940 pessoas. Nesse período, foram realizados 29 eventos, que incluíram a realização de audiências, julgamentos e emissão de documentos. Aconteceram ainda 23 casamentos coletivos, parte deles dentro dos próprios mutirões.
O Justiça Itinerante também auxiliou nas duas edições da Semana pela Paz em Casa, em Maceió e Arapiraca, e no 3º Ciclo de Conciliação, em São José da Tapera. Foram 3.283 audiências realizadas, 1.952 sentenças proferidas, 2.371 documentos emitidos, em conjunto com atividades nas áreas de saúde, educação e bem-estar.
Mudança de nome
Dona Edna Ludovico, de 91 anos, também foi uma das beneficiadas pelo projeto, por meio de mutirão realizado no mês de agosto. Acompanhada dos filhos, ela conseguiu mudar o nome que consta na sua certidão de nascimento.
“Numa segunda via, a servidora colocou só ‘Edna’. Já faz um bom tempo, foi em [mil novecentos e] oitenta e pouco. Quando foi agora, ela foi tirar uma identidade e pediram o registro. Quando a gente foi pegar o registro no cartório, só tinha ‘Edna’”, contou a filha, Ana Rose.
Sem demora e complicações, o problema foi resolvido. “Estamos satisfeitos. Falamos com o juiz e agora vamos para o cartório retificar”, disse a filha.
Para o juiz André Gêda, coordenador do projeto, os resultados obtidos durante o ano reforçam a importância dos laços entre a Justiça e a comunidade para a promoção da cidadania. “Avalio o trabalho da equipe de forma exitosa, pois os números demonstram que o Justiça Itinerante alcançou milhares de cidadãos. Nosso objetivo é levar Justiça e cidadania aos que mais necessitam, e ficamos felizes em ver a confiança das pessoas no Judiciário”, afirmou.
Na Capital, as ações foram desenvolvidas nos bairros Benedito Bentes, Jacintinho, Fernão Velho, Farol, Cruz das Almas, Cambona, Ipioca, Saúde, Tabuleiro Novo, Serraria, Tabuleiro dos Martins, entre outros. No interior, houve mutirões em Arapiraca, Paripueira, Coruripe, Santana do Mundaú, São José da Tapera, Matriz do Camaragibe, São Luiz do Quitunde, São Miguel, Penedo, Cacimbinhas, Maragogi, Rio Largo e Porto Calvo.
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