Casal adota medidas para normalizar abastecimento de Arapiraca
O fornecimento de água para a parte alta de Arapiraca e os municípios de Igaci, Coité do Nóia e Craíbas, bem como alguns povoados dessas localidades, vem sendo prejudicado, nas últimas semanas, pela redução da vazão do rio São Francisco e por vazamentos nas ventosas, que são dispositivos instalados na adutora para controlar a pressão da água.
Diante disso, a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), numa parceria com a CAB Águas do Agreste, vem executando algumas ações para mitigar esses problemas. Uma delas é a realização de manobras operacionais para garantir água a todas essas localidades, mesmo com a redução da produção do líquido.
A companhia e a CAB também fizeram um planejamento para a instalação de flutuantes na estação de captação, localizada em Traipu. Esses equipamentos são estruturas que permitirão que a retirada de água bruta do rio seja feita a uma distância maior da margem. Paralelamente a isso, as duas empresas também vão fazer o desassoreamento do rio no local onde fica a captação.
Depois de retirada do rio, a água bruta segue por uma adutora com mais de 50 quilômetros de extensão até a Estação de Tratamento de Água (ETA), localizada em Arapiraca. Nesse percurso, existem dispositivos conhecidos como ventosas, que servem para regular a pressão do líquido na adutora.
Nas últimas semanas, porém, foram constatados diversos rompimentos nessas ventosas, o que também vem prejudicando o abastecimento de Arapiraca, Igaci, Coité do Nóia e Craíbas.
A Casal e a CAB fazem constantemente o reparo nessas estruturas, sempre que um rompimento é constatado. Durante esse serviço, a produção de água fica comprometida. Por outro lado, as duas empresas já estão buscando uma solução definitiva para esse problema.
Diante disso, a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), numa parceria com a CAB Águas do Agreste, vem executando algumas ações para mitigar esses problemas. Uma delas é a realização de manobras operacionais para garantir água a todas essas localidades, mesmo com a redução da produção do líquido.
A companhia e a CAB também fizeram um planejamento para a instalação de flutuantes na estação de captação, localizada em Traipu. Esses equipamentos são estruturas que permitirão que a retirada de água bruta do rio seja feita a uma distância maior da margem. Paralelamente a isso, as duas empresas também vão fazer o desassoreamento do rio no local onde fica a captação.
Depois de retirada do rio, a água bruta segue por uma adutora com mais de 50 quilômetros de extensão até a Estação de Tratamento de Água (ETA), localizada em Arapiraca. Nesse percurso, existem dispositivos conhecidos como ventosas, que servem para regular a pressão do líquido na adutora.
Nas últimas semanas, porém, foram constatados diversos rompimentos nessas ventosas, o que também vem prejudicando o abastecimento de Arapiraca, Igaci, Coité do Nóia e Craíbas.
A Casal e a CAB fazem constantemente o reparo nessas estruturas, sempre que um rompimento é constatado. Durante esse serviço, a produção de água fica comprometida. Por outro lado, as duas empresas já estão buscando uma solução definitiva para esse problema.
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