Descaso: esgoto invade mar de Maragogi e provoca mancha escura
Uma enorme mancha escura se formou no mar de Maragogi, Litoral Norte de Alagoas, no domingo (18). As chuvas que caíram durante a manhã fizeram o esgoto, que estava represado nas galerias do Conjunto Adélia Lira, jorrar na orla marítima da cidade.
A cena foi presenciada por turistas e moradores da parte Norte da Avenida Senador Rui Palmeira. “Aconteceu por volta das 9h30 da manhã, logo depois que começou a chover forte. Foi uma quantidade absurda de esgoto lançada na praia. Percebi pelo mau cheiro e corri para fotografar”, descreveu uma moradora, que não quis se identificar.
“Esse esgoto incomoda bastante, principalmente pelo odor e quando dá retorno e atinge a parte lateral da casa. Nós não tomamos banho de mar aqui em frente e evitamos até pisar na areia”, afirmou a estudante universitária Flávia Bezerra, cuja família de Caruaru (PE) possui, há 20 anos, uma casa de veraneio na parte Norte da orla marítima.
Existem, ao menos, mais três pontos de lançamento de esgoto ao longo da orla marítima de Maragogi. Dados do Ministério das Cidades (Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento) apontam que apenas 23,7% do esgoto produzido pela população do município é tratado. O Conjunto Adélia, por exemplo, não foi contemplado com as obras de saneamento básico executadas em 2006 e que custaram R$ 11 milhões ao governo do Estado.
No Conjunto, existem resquícios de um sistema de esgotamento sanitário instalado na década de 1990 pela prefeitura. Construído com recursos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), ele nunca funcionou a contento e encontra-se inoperante. Apesar disso, as galerias continuam a receber esgoto. Os efluentes sem tratamento sangram, principalmente após chuvas torrenciais, a exemplo do que ocorreu no último domingo.
A cena foi presenciada por turistas e moradores da parte Norte da Avenida Senador Rui Palmeira. “Aconteceu por volta das 9h30 da manhã, logo depois que começou a chover forte. Foi uma quantidade absurda de esgoto lançada na praia. Percebi pelo mau cheiro e corri para fotografar”, descreveu uma moradora, que não quis se identificar.
“Esse esgoto incomoda bastante, principalmente pelo odor e quando dá retorno e atinge a parte lateral da casa. Nós não tomamos banho de mar aqui em frente e evitamos até pisar na areia”, afirmou a estudante universitária Flávia Bezerra, cuja família de Caruaru (PE) possui, há 20 anos, uma casa de veraneio na parte Norte da orla marítima.
Existem, ao menos, mais três pontos de lançamento de esgoto ao longo da orla marítima de Maragogi. Dados do Ministério das Cidades (Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento) apontam que apenas 23,7% do esgoto produzido pela população do município é tratado. O Conjunto Adélia, por exemplo, não foi contemplado com as obras de saneamento básico executadas em 2006 e que custaram R$ 11 milhões ao governo do Estado.
No Conjunto, existem resquícios de um sistema de esgotamento sanitário instalado na década de 1990 pela prefeitura. Construído com recursos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), ele nunca funcionou a contento e encontra-se inoperante. Apesar disso, as galerias continuam a receber esgoto. Os efluentes sem tratamento sangram, principalmente após chuvas torrenciais, a exemplo do que ocorreu no último domingo.
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