Maceió tem a maior incidência de violência doméstica do Nordeste, diz pesquisa
Maceió aparece em primeiro lugar com a maior incidência de violência doméstica ocorrida nos últimos 12 meses em comparação com outras capitais do Nordeste, conforme revela pesquisa produzida pela Universidade Federal do Ceará (UFC), em parceria com o Instituto Maria da Penha e financiada pela Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, do governo federal. Aqui, proporcionalmente, 68,89% das mulheres questionadas disseram que enfrentaram violência doméstica nos últimos 365 dias.
Recife (53,33%) e Aracaju (46,67%) surgem logo atrás da capital alagoana neste ranking. Neste caso, foram consideradas aquelas mulheres que reportaram terem sofrido violência com uma frequência de 'às vezes', 'frequentemente' ou 'sempre', que se enquadram em um grupo de "incidência considerável" de violência doméstica.
No entanto, a estatística revela que 18,44% das mulheres de Maceió disseram, quando foram questionadas, que já sofreram algum tipo de violência física ao longo da vida. Com este percentual, a capital alagoana está na quarta colocação entre as demais da região (quando se refere à violência sofrida ao longo da vida). Salvador, Natal e Fortaleza apresentam as taxas mais altas, índices de 19,76%, 19,37% e 18,97%, respectivamente.
O estudo ainda revela que 30,23% das mulheres maceioenses já enfrentaram violência emocional (a exemplo de insultos, humilhações, intimidações e ameaças) em toda a vida; e 8,64% delas disseram que foram vítimas de violência sexual pelo menos uma vez durante a vida. Neste quesito, a capital está em segundo no ranking do Nordeste.
A pesquisa também mostra a prevalência de violência doméstica por tipo ocorrida nos últimos 12 meses. Neste caso, 7,48% das mulheres de Maceió revelaram ter sofrido algum tipo de violência física nos últimos 365 dias. No caso de violência emocional, 13,95% delas informaram que enfrentaram o drama; e 3,49% tomaram coragem para dizer que sofreram violência sexual nos últimos 12 meses.
Ainda foi mensurada a exposição da mulher na infância à violência doméstica sofrida pela mãe. Neste caso, 16,29% das maceioenses revelaram que souberam da agressão e 89,81% chegaram a presenciar a violência.
Outra tabela mostra que 5,61% das mulheres de Maceió relataram violência doméstica durante alguma gestação e 68% disseram que sofreram na gravidez mais recente, sendo, portanto, a taxa mais alta do Nordeste.
Quanto à exposição dos filhos à violência doméstica sofrida pela mãe, a pesquisa informa que 60,23% destes filhos presenciaram as agressões e 23,08% também já foram agredidos.
Dados gerais
O levantamento mostra que, aproximadamente, 3 em cada 10 mulheres (27, 04%) nordestinas sofreram pelo menos um episódio de violência doméstica ao longo da vida. Uma em cada 10 mulheres (11, 92%) nordestinas sofreu pelo menos um episódio de violência doméstica nos últimos 12 meses.
A "sensação de (in)segurança" das mulheres é presente e significante na região Nordeste. Essa sensação de medo, tanto de ser vítima de agressão física quanto sexual, impacta negativamente na qualidade de vida dessas mulheres.
Recife (53,33%) e Aracaju (46,67%) surgem logo atrás da capital alagoana neste ranking. Neste caso, foram consideradas aquelas mulheres que reportaram terem sofrido violência com uma frequência de 'às vezes', 'frequentemente' ou 'sempre', que se enquadram em um grupo de "incidência considerável" de violência doméstica.
No entanto, a estatística revela que 18,44% das mulheres de Maceió disseram, quando foram questionadas, que já sofreram algum tipo de violência física ao longo da vida. Com este percentual, a capital alagoana está na quarta colocação entre as demais da região (quando se refere à violência sofrida ao longo da vida). Salvador, Natal e Fortaleza apresentam as taxas mais altas, índices de 19,76%, 19,37% e 18,97%, respectivamente.
O estudo ainda revela que 30,23% das mulheres maceioenses já enfrentaram violência emocional (a exemplo de insultos, humilhações, intimidações e ameaças) em toda a vida; e 8,64% delas disseram que foram vítimas de violência sexual pelo menos uma vez durante a vida. Neste quesito, a capital está em segundo no ranking do Nordeste.
A pesquisa também mostra a prevalência de violência doméstica por tipo ocorrida nos últimos 12 meses. Neste caso, 7,48% das mulheres de Maceió revelaram ter sofrido algum tipo de violência física nos últimos 365 dias. No caso de violência emocional, 13,95% delas informaram que enfrentaram o drama; e 3,49% tomaram coragem para dizer que sofreram violência sexual nos últimos 12 meses.
Ainda foi mensurada a exposição da mulher na infância à violência doméstica sofrida pela mãe. Neste caso, 16,29% das maceioenses revelaram que souberam da agressão e 89,81% chegaram a presenciar a violência.
Outra tabela mostra que 5,61% das mulheres de Maceió relataram violência doméstica durante alguma gestação e 68% disseram que sofreram na gravidez mais recente, sendo, portanto, a taxa mais alta do Nordeste.
Quanto à exposição dos filhos à violência doméstica sofrida pela mãe, a pesquisa informa que 60,23% destes filhos presenciaram as agressões e 23,08% também já foram agredidos.
Dados gerais
O levantamento mostra que, aproximadamente, 3 em cada 10 mulheres (27, 04%) nordestinas sofreram pelo menos um episódio de violência doméstica ao longo da vida. Uma em cada 10 mulheres (11, 92%) nordestinas sofreu pelo menos um episódio de violência doméstica nos últimos 12 meses.
A "sensação de (in)segurança" das mulheres é presente e significante na região Nordeste. Essa sensação de medo, tanto de ser vítima de agressão física quanto sexual, impacta negativamente na qualidade de vida dessas mulheres.
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