Dilma é escolhida como uma das mulheres do ano pelo 'Financial Times'
A ex-presidente Dilma Rousseff, que teve seu processo de impeachment concluído no final de agosto, foi escolhida como uma das mulheres do ano pelo jornal britânico "Financial Times".
A petista foi listada junto com a primeira-ministra britânica Theresa May; a ginasta olímpica americana Simone Biles; a designer de moda italiana Maria Grazia Chiuri, a cantora americana Beyoncé; a presidente sul-coreana Park Geun-hye e a americana Hillary Clinton, candidata derrotada na disputa pela presidência dos EUA, entre outras.
Ao descrever a ex-presidente, a publicação disse que Dilma está mais para "tecnocrata nerd" que para política nata. "Ela nunca está mais feliz do que quando discute os detalhes íntimos do Orçamento federal, com auxílio de PowerPoint", caracterizou o correspondente do "Financial Times" no Brasil, Joe Leahy.
Ao jornal, a petista disse que não pretende disputar mais nenhum cargo eletivo, mas continuará "politicamente ativa".
"Rousseff deve ainda estar chocada com a reviravolta em sua fortuna –inversão que correspondeu à de sua nação, que em poucos ano passou de milagre econômico a desapontamento", afirmou o jornal sobre o impeachment.
O texto explica que o julgamento final do impedimento no Senado concluiu que Dilma era culpada por uma série de "manobras fiscais arcanas" usadas para esconder a real dimensão da crise econômica.
"Enquanto ela argumenta que os presidentes anteriores usaram os mesmos truques orçamentários, seu governo foi o primeiro desde antes da segunda guerra mundial a ter suas contas rejeitadas pelo órgão fiscalizador das contas públicas, o TCU", afirmou o jornal, concluindo que o processo do de impeachment foi um julgamento político.
"A verdadeira razão pela qual ela perdeu o poder foi a queda da popularidade em meio a uma recessão crescente e a uma investigação de corrupção na estatal Petrobras".
No passado, Leahy defendeu que o impeachment poderia jogar o Brasil "no caos". No início do ano, o jornalista também sustentou que enredo da crise política nacional estava mais parecida com a série de TV "The Walking Dead", que retrata um apocalipse zumbi, que com o drama "House of Cards".
Perfil que o jornal fez do atual presidente, Michel Temer, disse que ele tem "aparência gótica" e vida pessoal picante. A publicação também já teceu elogios à Operação Lava Jato.
A petista foi listada junto com a primeira-ministra britânica Theresa May; a ginasta olímpica americana Simone Biles; a designer de moda italiana Maria Grazia Chiuri, a cantora americana Beyoncé; a presidente sul-coreana Park Geun-hye e a americana Hillary Clinton, candidata derrotada na disputa pela presidência dos EUA, entre outras.
Ao descrever a ex-presidente, a publicação disse que Dilma está mais para "tecnocrata nerd" que para política nata. "Ela nunca está mais feliz do que quando discute os detalhes íntimos do Orçamento federal, com auxílio de PowerPoint", caracterizou o correspondente do "Financial Times" no Brasil, Joe Leahy.
Ao jornal, a petista disse que não pretende disputar mais nenhum cargo eletivo, mas continuará "politicamente ativa".
"Rousseff deve ainda estar chocada com a reviravolta em sua fortuna –inversão que correspondeu à de sua nação, que em poucos ano passou de milagre econômico a desapontamento", afirmou o jornal sobre o impeachment.
O texto explica que o julgamento final do impedimento no Senado concluiu que Dilma era culpada por uma série de "manobras fiscais arcanas" usadas para esconder a real dimensão da crise econômica.
"Enquanto ela argumenta que os presidentes anteriores usaram os mesmos truques orçamentários, seu governo foi o primeiro desde antes da segunda guerra mundial a ter suas contas rejeitadas pelo órgão fiscalizador das contas públicas, o TCU", afirmou o jornal, concluindo que o processo do de impeachment foi um julgamento político.
"A verdadeira razão pela qual ela perdeu o poder foi a queda da popularidade em meio a uma recessão crescente e a uma investigação de corrupção na estatal Petrobras".
No passado, Leahy defendeu que o impeachment poderia jogar o Brasil "no caos". No início do ano, o jornalista também sustentou que enredo da crise política nacional estava mais parecida com a série de TV "The Walking Dead", que retrata um apocalipse zumbi, que com o drama "House of Cards".
Perfil que o jornal fez do atual presidente, Michel Temer, disse que ele tem "aparência gótica" e vida pessoal picante. A publicação também já teceu elogios à Operação Lava Jato.
Últimas Notícias
Arapiraca
Corpo de homem é encontrado boiando no Lago da Perucaba, em Arapiraca
Política
Campanha incentiva voto de quem tem mais de 70 anos
Justiça
Após pedido de Renan Calheiros, TRE-AL barra candidatura de João Neto
Política em Pauta
Por mais de um milhão parado, Ministério da Saúde cancela obras de UBS em quatro cidades de Alagoas
Arapiraca
Corpo de jovem pernambucano é encontrado amarrado em matagal em Maragogi
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Ministro dos Transportes vistoria obras do VLT em Arapiraca
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Julgamento de escultor, em Arapiraca
TV JÁ É
Prefeitura entrega óculos em Arapiraca
TV JÁ É

