Justiça determina retorno de Kátia Born ao comando do PSB em Alagoas
A juíza Maria Valéria Lins Calheiros, titular da 5ª Vara Cível da Capital, determinou o retorno da ex-prefeita de Maceió, Kátia Born, ao comando do diretório do PSB em Alagoas. Em caso de descumprimento da decisão, a magistrada estipulou multa diária de R$ 200, limitada ao montante de R$ 10 mil, a ser revertida em favor da socialista. Ela havia saída do partido após uma intervenção do diretório nacional, que colocou o deputado João Henrique Caldas, o JHC, no comando do partido. Uma audiência de conciliação foi marcada para março.
De acordo com Kátia Born, a decisão da magistrada mostra que a substituição ocorreu de forma "açodada". Em sua decisão, a juíza alegou ainda que, mesmo com a troca de comando, Kátia não teve como apresentar defesa. Após a decisão que a devolveu o comando do partido, a presidente da sigla convocou uma assembleia geral para a próxima sexta-feira, às 10h.
"(..) no presente processo, o perigo da demora resta evidenciado em virtude da existência de prejuízo à autora, caso não seja determinado o seu retorno ao cargo de presidente estadual do PSB em Alagoas, posto que, desta forma, estará impedida de exercer suas atribuições e pôr em cumprimento o seu plano de gestão", expressou a magistrada em trecho da decisão judicial.
Após tomar conhecimento da decisão, Kátia Born disse esperar que JHC não deixe o partido. "Espero que ele compareça à sede do partido para uma conversa com todos os membros. Estamos à disposição. Esta possibilidade de diálogo sempre existiu. Seguiremos com as portas", disse a presidente do PSB.
Recentemente, Kátia havia feito inúmeras críticas à intervenção nacional da sigla em Alagoas, classificando o episódio como um verdadeiro golpe. "Não há outra palavra. Propusemos que o JHC respeitasse o mandato atual da presidência até 2017, mas ele não quis. Foi por cima, sem dar nenhuma satisfação. Sinto-me traída, decepcionada. Foram anos de dedicação à construção desta sigla em Alagoas. Não sei o que vamos fazer a partir de agora. Certo é que vamos resistir a este golpe. Esta intervenção não acontece também em outros estados", afirmou Kátia Born.
Sobre um eventual acordo que Kátia teria feito para que JHC se tornasse presidente, Kátia negou. Segundo integrantes do partido, ela havia negociado para o deputado ser presidente após as eleições de 2016. Ela, no entanto, reforçou não existir acordo, reafirmando a tese de golpe.
De acordo com Kátia Born, a decisão da magistrada mostra que a substituição ocorreu de forma "açodada". Em sua decisão, a juíza alegou ainda que, mesmo com a troca de comando, Kátia não teve como apresentar defesa. Após a decisão que a devolveu o comando do partido, a presidente da sigla convocou uma assembleia geral para a próxima sexta-feira, às 10h.
"(..) no presente processo, o perigo da demora resta evidenciado em virtude da existência de prejuízo à autora, caso não seja determinado o seu retorno ao cargo de presidente estadual do PSB em Alagoas, posto que, desta forma, estará impedida de exercer suas atribuições e pôr em cumprimento o seu plano de gestão", expressou a magistrada em trecho da decisão judicial.
Após tomar conhecimento da decisão, Kátia Born disse esperar que JHC não deixe o partido. "Espero que ele compareça à sede do partido para uma conversa com todos os membros. Estamos à disposição. Esta possibilidade de diálogo sempre existiu. Seguiremos com as portas", disse a presidente do PSB.
Recentemente, Kátia havia feito inúmeras críticas à intervenção nacional da sigla em Alagoas, classificando o episódio como um verdadeiro golpe. "Não há outra palavra. Propusemos que o JHC respeitasse o mandato atual da presidência até 2017, mas ele não quis. Foi por cima, sem dar nenhuma satisfação. Sinto-me traída, decepcionada. Foram anos de dedicação à construção desta sigla em Alagoas. Não sei o que vamos fazer a partir de agora. Certo é que vamos resistir a este golpe. Esta intervenção não acontece também em outros estados", afirmou Kátia Born.
Sobre um eventual acordo que Kátia teria feito para que JHC se tornasse presidente, Kátia negou. Segundo integrantes do partido, ela havia negociado para o deputado ser presidente após as eleições de 2016. Ela, no entanto, reforçou não existir acordo, reafirmando a tese de golpe.
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