Com fim do lixão, CTR entra em pleno funcionamento em Arapiraca
O encerramento das atividades no aterro sanitário de Arapiraca – também conhecido como “lixão de Mangabeiras”– pegou muita gente de surpresa.
No entanto, foi algo anunciado prévia e publicamente, ainda em fevereiro deste ano em reunião no Centro Administrativo com vários prefeitos do Agreste alagoano e especialistas na área ambiental.
Segundo o secretário Municipal de Meio Ambiente e Saneamento (Semasa), Ivens Leão, o desfecho do local não irá prejudicar em nada o recolhimento dos dejetos domiciliares, comerciais e da construção civil.
Isto porque o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR), localizado nas imediações da Vila São José, está em pleno funcionamento, já atuando e recebendo a demanda da cidade.
Com relação ao lixão, após receber notificações, a Prefeitura de Arapiraca assinou um Terno de Ajuste de Conduta (TAC) com o Instituto de Meio Ambiente de Alagoas de Alagoas (IMA/AL) e, nesta terça-feira (6), o próprio IMA e o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) interditaram o local no bairro de Mangabeiras, desviando todos os caminhões da empresa Limpel para a CTR.
Tratamento
“A ‘CTR do Agreste’ já estava com a licença de operação pronta, o que se deu no fechamento do lixão e a transferência dos dejetos para lá. Com isso, as Prefeituras poderão dar o descarte de resíduos sólidos, enfim acabando com seus lixões, como parte das ações do Conagreste [Consórcio Público Regional de Resíduos Sólidos do Agreste Alagoano] ”, explica o secretário de Meio Ambiente e Saneamento.
Construído em uma área com 83 hectares e com capacidade inicial de captar 100 mil toneladas de resíduos, o empreendimento conta com a parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), IMA, empresa Alagoas Ambiental e dos outros 19 municípios que fazem parte do Conagreste.
Esta nova CTR terá tempo útil de vida de 20 anos.
Reurbanização
Na Mangabeiras, haverá toda uma reurbanização com recursos advindos do Ministério das Cidades. De acordo com Ivens Leão, vieram recursos para projetos já feitos (drenagem, iluminação, pavimentação, esgotamento sanitário e urbanização de espaço público). “Estamos finalizando o convênio este mês, a fim de encaminhar isso a Brasília para conseguirmos o recurso para executar a reurbanização em si. Mangabeiras será contemplada”, garante.
Dentro do TAC assinado pela Prefeitura, existe o compromisso do poder público de elaborar e executar um Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad), que é o que manda a Legislação.
“Já estamos com esse termo de referência pronto para a elaboração desse Prad. E a expectativa é que nesses próximos seis meses, a Prefeitura cumpra esse plano, recompondo toda aquela vegetação onde ficava o aterro na Mangabeiras e que aquele local se torne um espaço de convívio urbano para que a sociedade possa usufruir, dando uma qualidade de vida maior a todos e todas da região”, pontua ele.
Catadores
Desde 2013, a Semasa vem apoiando a Associação dos Catadores de Resíduos Sólidos de Arapiraca (Ascara), com o propósito de haver a coleta seletiva no município.
Agora, há uma nova movimentação para a formalização de uma cooperativa. “Eles precisam apenas se organizar para que a gente possa ajudar no sentido de logística, equipamentos e ver o que podemos fazer ainda mais”, completa o secretário.
No mais, a coleta seletiva começa a tomar corpo, porque Arapiraca já tem o Plano Intermunicipal de Meio Ambiente, juntamente a outras 19 cidades, onde dentro dele há um estudo para setorizar esse recolhimento específico.
No entanto, foi algo anunciado prévia e publicamente, ainda em fevereiro deste ano em reunião no Centro Administrativo com vários prefeitos do Agreste alagoano e especialistas na área ambiental.
Segundo o secretário Municipal de Meio Ambiente e Saneamento (Semasa), Ivens Leão, o desfecho do local não irá prejudicar em nada o recolhimento dos dejetos domiciliares, comerciais e da construção civil.
Isto porque o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR), localizado nas imediações da Vila São José, está em pleno funcionamento, já atuando e recebendo a demanda da cidade.
Com relação ao lixão, após receber notificações, a Prefeitura de Arapiraca assinou um Terno de Ajuste de Conduta (TAC) com o Instituto de Meio Ambiente de Alagoas de Alagoas (IMA/AL) e, nesta terça-feira (6), o próprio IMA e o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) interditaram o local no bairro de Mangabeiras, desviando todos os caminhões da empresa Limpel para a CTR.
Tratamento
“A ‘CTR do Agreste’ já estava com a licença de operação pronta, o que se deu no fechamento do lixão e a transferência dos dejetos para lá. Com isso, as Prefeituras poderão dar o descarte de resíduos sólidos, enfim acabando com seus lixões, como parte das ações do Conagreste [Consórcio Público Regional de Resíduos Sólidos do Agreste Alagoano] ”, explica o secretário de Meio Ambiente e Saneamento.
Construído em uma área com 83 hectares e com capacidade inicial de captar 100 mil toneladas de resíduos, o empreendimento conta com a parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), IMA, empresa Alagoas Ambiental e dos outros 19 municípios que fazem parte do Conagreste.
Esta nova CTR terá tempo útil de vida de 20 anos.
Reurbanização
Na Mangabeiras, haverá toda uma reurbanização com recursos advindos do Ministério das Cidades. De acordo com Ivens Leão, vieram recursos para projetos já feitos (drenagem, iluminação, pavimentação, esgotamento sanitário e urbanização de espaço público). “Estamos finalizando o convênio este mês, a fim de encaminhar isso a Brasília para conseguirmos o recurso para executar a reurbanização em si. Mangabeiras será contemplada”, garante.
Dentro do TAC assinado pela Prefeitura, existe o compromisso do poder público de elaborar e executar um Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad), que é o que manda a Legislação.
“Já estamos com esse termo de referência pronto para a elaboração desse Prad. E a expectativa é que nesses próximos seis meses, a Prefeitura cumpra esse plano, recompondo toda aquela vegetação onde ficava o aterro na Mangabeiras e que aquele local se torne um espaço de convívio urbano para que a sociedade possa usufruir, dando uma qualidade de vida maior a todos e todas da região”, pontua ele.
Catadores
Desde 2013, a Semasa vem apoiando a Associação dos Catadores de Resíduos Sólidos de Arapiraca (Ascara), com o propósito de haver a coleta seletiva no município.
Agora, há uma nova movimentação para a formalização de uma cooperativa. “Eles precisam apenas se organizar para que a gente possa ajudar no sentido de logística, equipamentos e ver o que podemos fazer ainda mais”, completa o secretário.
No mais, a coleta seletiva começa a tomar corpo, porque Arapiraca já tem o Plano Intermunicipal de Meio Ambiente, juntamente a outras 19 cidades, onde dentro dele há um estudo para setorizar esse recolhimento específico.
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