Expectativa de vida ao nascer em Alagoas cresceu, diz IBGE

Por Redação com G1 01/12/2016 15h03 - Atualizado em 01/12/2016 19h07
Por Redação com G1 01/12/2016 15h03 Atualizado em 01/12/2016 19h07
Expectativa de vida ao nascer em Alagoas cresceu, diz IBGE
Alagoas tem a menor expectativa de vida para homens do País - Foto: Madysson Weslley
Alagoas apresentou um crescimento na expectativa de vida ao nascer, passando de 70,8 anos em 2014 para 71,2 em 2015. As informações são das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2015, divulgadas nesta quinta-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para os homens alagoanos, a expectativa de vida ao nascer também cresceu em relação ao ano anterior, mas ainda é a mais baixa do país, 66,5 anos. Em 2014, a expectativa de vida era de 66,2 anos.

De acordo com o levantamento, o índice apontado para as mulheres alagoanas (76,1 anos) foi que puxou para cima a média geral do estado, que no ano anterior era o terceiro pior. Alagoas agora tem a 5ª menor expectativa de vida ao nascer.

As mulheres também tiveram um aumento na expectativa de vida em relação a 2014, quando era de 75,7 anos. O crescimento foi de 4 meses, maior que o crescimento apontado para os homens, que foi de 3 meses. A diferença da expectativa entre homens e mulheres é de 9,6 anos.

No quadro geral, o estado que tem a menor expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos é o Maranhão (70,3 anos). A unidade da federação com a maior expectativa de vida ao nascer foi Santa Catariana (78,7 anos). A média nacional é de 75,5 anos.

O levantamento também aponta a taxa de mortalidade entre crianças de 1 ano, segundo o IBGE, um importante indicador da condição de vida socioeconômica de uma região. Alagoas mais uma vez aparece entre os estados com os piores indicadores. A taxa para o estado foi de 20,8 óbitos para cada mil nascidos vivos, atrás apenas de Maranhão (22,4 óbitos) e Amapá (23,5 óbitos).
 
A taxa para o Brasil é de 13,8 óbitos por mil. A unidade da federação com a menor taxa foi Espírito Santo (9,2), mas mesmo esse índice ainda é ruim, se comparado com o que é encontrado nos países mais desenvolvidos, como Japão e Finlândia (2 óbitos por mil).