Família de Arthur Maia deve viajar para SP após reconhecimento dos corpos
A família do jogador alagoano Arthur Brasiliano Maia, 24, que estava no avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, e sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira (29), deve aguardar em Maceió o reconhecimento dos corpos das vítimas naquele país e depois viajar a São Paulo.
O pai do atleta, Roberto Maia, explicou que o empresário de Arthur entrou em contato com a família informando que, através de uma procuração enviada por eles, poderá ser feito o reconhecimento do corpo na Colômbia. “Infelizmente só nos resta agora resolver essas questões. O empresário informou que os médicos do Chapecoense vão fazer o reconhecimento”, disse.
Não foi divulgada uma lista oficial dos mortos no acidente, no entanto, a Aeronáutica Civil Colombiana informou que houve seis sobreviventes, os jogadores Alan Ruschel, Neto e Follmann, o jornalista Rafael Henzel, o técnico da aeronave Erwin Tumiri e a comissária de bordo Ximena Suarez. O goleiro Danilo também tinha sido resgatado com vida, mas morreu no hospital.
Roberto Maia contou que o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB), entrou em contato com a família oferecendo arcar com os custos da viagem para São Paulo.
“Estamos aguardando informações sobre o reconhecimento do corpo e quando ele deve chegar em São Paulo. Só depois de uma previsão vamos poder saber ao certo se iremos ou não. Neste caso eu devo ir com outros familiares”, falou.
Mais cedo, o pai do jogador disse que aguardavam o retorno do filho para as festas de fim de ano, e lembrou que o último contato com ele foi via mensagem.
Segundo Roberto Maia, Arthur vinha para Maceió dia 20 de dezembro e passaria as festas de fim de ano com a família. “Já estava tudo programado. Todos os dias eu falava com meu filho. O último contato foi via mensagem, ele disse que estava na Bolívia e indo para Medellín”, afirma.
Ele disse que o jogador saiu de Alagoas com 11 anos de idade e que jogou no Vitória, América, Flamengo, passou seis meses no Japão e que agora estava na Chapecoense.
“Eu sou suspeito em falar, mas ele jogava bem sim. Ele era um garoto de 24 anos, novo, com um futuro pela frente. Agora que Deus conforte a família”, disse o pai.
Segundo autoridades colombianas, há 76 mortos e cinco sobreviventes. O avião da LaMia, matrícula CP2933, decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com 81 pessoas a bordo: 72 passageiros e 9 tripulantes, mas quatro deles não embarcaram.
O pai do atleta, Roberto Maia, explicou que o empresário de Arthur entrou em contato com a família informando que, através de uma procuração enviada por eles, poderá ser feito o reconhecimento do corpo na Colômbia. “Infelizmente só nos resta agora resolver essas questões. O empresário informou que os médicos do Chapecoense vão fazer o reconhecimento”, disse.
Não foi divulgada uma lista oficial dos mortos no acidente, no entanto, a Aeronáutica Civil Colombiana informou que houve seis sobreviventes, os jogadores Alan Ruschel, Neto e Follmann, o jornalista Rafael Henzel, o técnico da aeronave Erwin Tumiri e a comissária de bordo Ximena Suarez. O goleiro Danilo também tinha sido resgatado com vida, mas morreu no hospital.
Roberto Maia contou que o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB), entrou em contato com a família oferecendo arcar com os custos da viagem para São Paulo.
“Estamos aguardando informações sobre o reconhecimento do corpo e quando ele deve chegar em São Paulo. Só depois de uma previsão vamos poder saber ao certo se iremos ou não. Neste caso eu devo ir com outros familiares”, falou.
Mais cedo, o pai do jogador disse que aguardavam o retorno do filho para as festas de fim de ano, e lembrou que o último contato com ele foi via mensagem.
Segundo Roberto Maia, Arthur vinha para Maceió dia 20 de dezembro e passaria as festas de fim de ano com a família. “Já estava tudo programado. Todos os dias eu falava com meu filho. O último contato foi via mensagem, ele disse que estava na Bolívia e indo para Medellín”, afirma.
Ele disse que o jogador saiu de Alagoas com 11 anos de idade e que jogou no Vitória, América, Flamengo, passou seis meses no Japão e que agora estava na Chapecoense.
“Eu sou suspeito em falar, mas ele jogava bem sim. Ele era um garoto de 24 anos, novo, com um futuro pela frente. Agora que Deus conforte a família”, disse o pai.
Segundo autoridades colombianas, há 76 mortos e cinco sobreviventes. O avião da LaMia, matrícula CP2933, decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com 81 pessoas a bordo: 72 passageiros e 9 tripulantes, mas quatro deles não embarcaram.
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