Quadrilha comandada de dentro de presídio é presa durante operação integrada
Uma operação integrada, deflagrada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), prendeu na manhã desta quarta-feira (23) seis pessoas, integrantes de uma quadrilha suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas, assim como em diversos homicídios.
A operação, denominada Sombra, levou policiais civis e militares a cumprir cinco mandados de prisão, busca e apreensão, expedidos pela 15ª Vara Criminal da Capital, nos bairros do Bebedouro, Chã de Bebedouro, Flexal, e parte da Chã da Jaqueira.
Os presos foram: Alan Brex da Silva Santos, conhecido como Chimbra, 42 anos; Daniel da Silva Simões, o Amaral, de 30 anos; Cícero Augusto Amâncio da Silva, o Junior Cabeção, 37 anos; Wellinson Windems Delfino da Silva, também conhecido como Kevin, de 37 anos, que além do mandado de prisão, foi autuado em flagrando com 45g de cocaína; Gutemberg Barbosa da Silva, 19 anos, conhecido como Gu, que estava com uma pistola 380 com 18 munições. Este último é apontado pela polícia como braço armado do grupo, responsável pelos homicídios contra rivais e usuários com dívidas.
Também foi presa Silvânia Elis da Silva, 41 anos, em flagrante com 200g de maconha. De acordo com o delegado Rodrigo Sarmento, da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico, Silvânia não era alvo da operação, mas mora vizinho a um dos alvos e ao perceber a movimentação da polícia, jogou um pacote com a quantidade maconha apreendida pela janela.
“Isso chamou a atenção dos policiais e, ao entrarmos na residência e checar a ficha dela, descobrimos que tinham dois mandados de prisão em aberto de duas operações anteriores, que as equipes não conseguiram cumprir”, explicou o delegado.
Uma sétima pessoa foi detida e levada ao Code junto com os demais presos. Segundo o delegado, a mulher era companheira de Wellinson e estava com ele na casa onde foi apreendida uma quantidade de cocaína. Entretanto, durante os depoimentos, Wellinson informou que a droga pertencia a ele e, como a companheira não era alvo das investigações e não tinha nenhuma acusação conta ela, a mulher foi liberada.
Durante a coletiva, Rodrigo Sarmento explicou que as investigações tiveram início em junho deste ano e o grupo vinha sendo investigado porque havia denúncias e que as mortes ocorridas nos bairros alvos, eram decorrentes de brigas de grupos rivais pelo domínio do tráfico na região.
O grupo preso é liderado de dentro do sistema prisional por um homem já conhecido da polícia, o Edilson Marinho Gomes, também chamado de “Rei da Nóia”. Edilson está preso desde 2009 e responde, além de tráfico de drogas, por homicídios, roubos e organização criminosa. Segundo o delegado, o líder foi preso em uma operação que resultou na apreensão de quase 800kg de maconha.
Homicídios
A quadrilha também é suspeita em diversos homicídios investigados pela Delegacia de Homicídios da Capital e a arma encontrada servirá de subsídio para os inquéritos em aberto.
“Nós vamos entregar a pistola ao delegado Fábio Costa para que seja feita a comparação balística para saber se esta arma foi usada nos crimes investigados, em que os integrantes são suspeitos”, disse.
A operação, denominada Sombra, levou policiais civis e militares a cumprir cinco mandados de prisão, busca e apreensão, expedidos pela 15ª Vara Criminal da Capital, nos bairros do Bebedouro, Chã de Bebedouro, Flexal, e parte da Chã da Jaqueira.
Os presos foram: Alan Brex da Silva Santos, conhecido como Chimbra, 42 anos; Daniel da Silva Simões, o Amaral, de 30 anos; Cícero Augusto Amâncio da Silva, o Junior Cabeção, 37 anos; Wellinson Windems Delfino da Silva, também conhecido como Kevin, de 37 anos, que além do mandado de prisão, foi autuado em flagrando com 45g de cocaína; Gutemberg Barbosa da Silva, 19 anos, conhecido como Gu, que estava com uma pistola 380 com 18 munições. Este último é apontado pela polícia como braço armado do grupo, responsável pelos homicídios contra rivais e usuários com dívidas.
Também foi presa Silvânia Elis da Silva, 41 anos, em flagrante com 200g de maconha. De acordo com o delegado Rodrigo Sarmento, da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico, Silvânia não era alvo da operação, mas mora vizinho a um dos alvos e ao perceber a movimentação da polícia, jogou um pacote com a quantidade maconha apreendida pela janela.
“Isso chamou a atenção dos policiais e, ao entrarmos na residência e checar a ficha dela, descobrimos que tinham dois mandados de prisão em aberto de duas operações anteriores, que as equipes não conseguiram cumprir”, explicou o delegado.
Uma sétima pessoa foi detida e levada ao Code junto com os demais presos. Segundo o delegado, a mulher era companheira de Wellinson e estava com ele na casa onde foi apreendida uma quantidade de cocaína. Entretanto, durante os depoimentos, Wellinson informou que a droga pertencia a ele e, como a companheira não era alvo das investigações e não tinha nenhuma acusação conta ela, a mulher foi liberada.
Durante a coletiva, Rodrigo Sarmento explicou que as investigações tiveram início em junho deste ano e o grupo vinha sendo investigado porque havia denúncias e que as mortes ocorridas nos bairros alvos, eram decorrentes de brigas de grupos rivais pelo domínio do tráfico na região.
O grupo preso é liderado de dentro do sistema prisional por um homem já conhecido da polícia, o Edilson Marinho Gomes, também chamado de “Rei da Nóia”. Edilson está preso desde 2009 e responde, além de tráfico de drogas, por homicídios, roubos e organização criminosa. Segundo o delegado, o líder foi preso em uma operação que resultou na apreensão de quase 800kg de maconha.
Homicídios
A quadrilha também é suspeita em diversos homicídios investigados pela Delegacia de Homicídios da Capital e a arma encontrada servirá de subsídio para os inquéritos em aberto.
“Nós vamos entregar a pistola ao delegado Fábio Costa para que seja feita a comparação balística para saber se esta arma foi usada nos crimes investigados, em que os integrantes são suspeitos”, disse.
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