Durante perícia, Sanguinetti afirma que Emanuel Boiadeiro foi executado
O perito criminal George Sanguinetti, que está investigando a morte de Emanuel Messias de Melo Araújo, conhecido como Emanuel Boiadeiro, ocorrida no dia 1º de outubro deste ano, em Belo Monte, Alagoas, afirmou, na manhã desta segunda-feira (21), que se for necessário, o corpo da vítima será exumado para investigação. Emanuel fazia parte do comitê da campanha do prefeito eleito de Belo Monte, Claudevan Santos Santana (Val).
Após as primeiras análises periciais, Sanguinetti reforça sua tese de execução. “Várias evidências me fazem concluir que as vítimas foram pegas de surpresa. Só há tiros de dentro pra fora. Encontramos uma calça do Emanuel perfurada a tiros. Ele fora arrastado para o veículo já morto, e apareceu no hospital de bermuda”, comentou Sanguinetti.
A família de Emanuel Boiadeiro acompanha as investigações e defende que o policial civil Matos, filho do sargento Eudson Matos, morto por Emanuel Boiadeiro durante uma discussão, em uma praça de Batalha, não deveria estar a frente da operação, pois existe suspeição. Os familiares afirmam ainda que o inquérito aponta que Emanuel atirou em legítima defesa.
Sobre a morte de um promotor pernambucano, crime também atribuído a ele, os familiares explicaram que todos os acusados já foram julgados e condenados. “Temos como provar, por meio de certidões negativas, que Emanuel não respondia a nenhum outro crime, em nenhum estado do Brasil. Confio no Judiciário e no secretário de Segurança Pública de Alagoas, mas já adianto que estou disposta a ir até Brasília, se for o caso, para que os responsáveis pela morte de meu filho sejam presos”, comentou a mãe de Emanuel Boiadeiro.
A família de Emanuel Boiadeiro contratou o perito por acreditar que a vítima foi assassinada por policiais da Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC - PC-AL). “Eles o mataram enquanto dormia, sem nenhuma reação. Não tinha nem um mandado de prisão contra ele. A perícia vai provar que não houve confronto, mas, sim, um duplo assassinato”, afirmou a mãe Maria das Graças.
Entenda o caso
Emanoel Boiadeiro foi assassinado no dia 01 de outubro, atingido por tiros durante uma operação do GECOC. A operação resultou em duas mortes, Emanoel Boiadeiro e Fabrício Barbosa, e em um policial do Bope baleado na mão. Na ocasião os dados oficiais afirmavam que os mortos seriam pistoleiros que faziam a segurança de um candidato a prefeito da cidade.
Segundo as investigações divulgadas para a imprensa, Emanoel Boiadeiro seria assaltante de banco e já havia matado dois PMs, um em Batalha e outro na Bahia. Na mesma operação foram presos quatro homens acusados de formação de quadrilha. Os quatro presos estavam na mesma residência.
De acordo com o Gecoc, partiram de Emanoel e Fabrício os tiros que atingiram um policial do Bope que participava da operação. O Gecoc também informou, na época, que há três meses que o GECOC, PM e PC investigavam a suposta quadrilha presa na operação e que os suspeitos eram responsáveis por roubo a banco e pistolagem.
Após as primeiras análises periciais, Sanguinetti reforça sua tese de execução. “Várias evidências me fazem concluir que as vítimas foram pegas de surpresa. Só há tiros de dentro pra fora. Encontramos uma calça do Emanuel perfurada a tiros. Ele fora arrastado para o veículo já morto, e apareceu no hospital de bermuda”, comentou Sanguinetti.
A família de Emanuel Boiadeiro acompanha as investigações e defende que o policial civil Matos, filho do sargento Eudson Matos, morto por Emanuel Boiadeiro durante uma discussão, em uma praça de Batalha, não deveria estar a frente da operação, pois existe suspeição. Os familiares afirmam ainda que o inquérito aponta que Emanuel atirou em legítima defesa.
Sobre a morte de um promotor pernambucano, crime também atribuído a ele, os familiares explicaram que todos os acusados já foram julgados e condenados. “Temos como provar, por meio de certidões negativas, que Emanuel não respondia a nenhum outro crime, em nenhum estado do Brasil. Confio no Judiciário e no secretário de Segurança Pública de Alagoas, mas já adianto que estou disposta a ir até Brasília, se for o caso, para que os responsáveis pela morte de meu filho sejam presos”, comentou a mãe de Emanuel Boiadeiro.
A família de Emanuel Boiadeiro contratou o perito por acreditar que a vítima foi assassinada por policiais da Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC - PC-AL). “Eles o mataram enquanto dormia, sem nenhuma reação. Não tinha nem um mandado de prisão contra ele. A perícia vai provar que não houve confronto, mas, sim, um duplo assassinato”, afirmou a mãe Maria das Graças.
Entenda o caso
Emanoel Boiadeiro foi assassinado no dia 01 de outubro, atingido por tiros durante uma operação do GECOC. A operação resultou em duas mortes, Emanoel Boiadeiro e Fabrício Barbosa, e em um policial do Bope baleado na mão. Na ocasião os dados oficiais afirmavam que os mortos seriam pistoleiros que faziam a segurança de um candidato a prefeito da cidade.
Segundo as investigações divulgadas para a imprensa, Emanoel Boiadeiro seria assaltante de banco e já havia matado dois PMs, um em Batalha e outro na Bahia. Na mesma operação foram presos quatro homens acusados de formação de quadrilha. Os quatro presos estavam na mesma residência.
De acordo com o Gecoc, partiram de Emanoel e Fabrício os tiros que atingiram um policial do Bope que participava da operação. O Gecoc também informou, na época, que há três meses que o GECOC, PM e PC investigavam a suposta quadrilha presa na operação e que os suspeitos eram responsáveis por roubo a banco e pistolagem.
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