Demitidos, agentes de saúde e de endemias se reúnem com promotor de Justiça em Arapiraca
Pelo menos cem agentes de saúde e de endemias demitidos da Prefeitura Municipal de Arapiraca estiveram reunidos na sede do Ministério Estadual, na manhã desta quarta-feira (16), para uma audiência com o promotor de Justiça, Alberto Tenório, para pedir que o Ministério Público Estadual, ajuíze uma ação contra a administração municipal, em nome do Sindicato dos Servidores Metropolitanos do Agreste, exigindo o retorno desses trabalhadores, que segundo o presidente da entidade, Anselmo dos Santos, foram demitidos no dia 27 de outubro e 9 de novembro.
Segundo Anselmo, a categoria espera que seja cumprida a legislação eleitoral, que proíbe contratações, assim como demissões de servidores públicos, tanto três meses antes, como três meses depois das eleições.
De acordo com ele, a categoria espera o cumprimento da legislação eleitoral, que proíbe a contratação e demissão de servidores públicos, três meses antes das eleições até a posse do novo gestor.
O presidente do sindicato disse ainda que foi anexada a primeira representação - os documentos com o caso das últimas demissões para a audiência realizada hoje com o Promotor de Justiça Eleitoral, Alberto Tenório.
As demissões, segundo o presidente do sindicato, foram comunicadas verbalmente pelos superiores dos servidores, muitas delas sendo por telefone.
“Não foi assinado nenhum documento, tornando o fato não oficializado. Há trabalhadores treinados com mais de cinco, seis e oito anos de trabalho que prestavam serviços à comunidade”, afirmaram os representantes dos servidores. Ele lembrou que são trabalhadores que prestavam assistência a cerca de 150 famílias em acompanhamentos a gestantes, hipertensos, idosos, diabéticos, crianças. Os grupos específicos e as vacinações da população foram comprometidos com a decisão do poder municipal, ressaltou.
O Governo Federal envia ao município, todos os meses, o valor de R$ 1.014,00 para cada servidor e o município entra com o complemento, totalizando um salário bruto de R$ 1.300,00. “O valor que o município entra é a menor parte, e uma das afirmações das demissões são as dificuldades financeiras, e essa medida foi por contenção de despesas”, afirmou Anselmo. O Sindicado garante que vai fiscalizar os repasses do Governo Federal.
Após a reunião com o magistrado, o presidente da entidade, informou que o promotor Alberto Tenório vai solicitar explicações do executivo e entrará com uma ação junto a Justiça.
Segundo Anselmo, a categoria espera que seja cumprida a legislação eleitoral, que proíbe contratações, assim como demissões de servidores públicos, tanto três meses antes, como três meses depois das eleições.
De acordo com ele, a categoria espera o cumprimento da legislação eleitoral, que proíbe a contratação e demissão de servidores públicos, três meses antes das eleições até a posse do novo gestor.
O presidente do sindicato disse ainda que foi anexada a primeira representação - os documentos com o caso das últimas demissões para a audiência realizada hoje com o Promotor de Justiça Eleitoral, Alberto Tenório.
As demissões, segundo o presidente do sindicato, foram comunicadas verbalmente pelos superiores dos servidores, muitas delas sendo por telefone.
“Não foi assinado nenhum documento, tornando o fato não oficializado. Há trabalhadores treinados com mais de cinco, seis e oito anos de trabalho que prestavam serviços à comunidade”, afirmaram os representantes dos servidores. Ele lembrou que são trabalhadores que prestavam assistência a cerca de 150 famílias em acompanhamentos a gestantes, hipertensos, idosos, diabéticos, crianças. Os grupos específicos e as vacinações da população foram comprometidos com a decisão do poder municipal, ressaltou.
O Governo Federal envia ao município, todos os meses, o valor de R$ 1.014,00 para cada servidor e o município entra com o complemento, totalizando um salário bruto de R$ 1.300,00. “O valor que o município entra é a menor parte, e uma das afirmações das demissões são as dificuldades financeiras, e essa medida foi por contenção de despesas”, afirmou Anselmo. O Sindicado garante que vai fiscalizar os repasses do Governo Federal.
Após a reunião com o magistrado, o presidente da entidade, informou que o promotor Alberto Tenório vai solicitar explicações do executivo e entrará com uma ação junto a Justiça.
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