Superlotação se agrava na Central de Arapiraca e Estado tenta ação de emergência
Sem espaço para acomodar os presos levados pelas equipes da Polícia Militar, a Central de Polícia de Arapiraca vive um quadro de superlotação desde a manhã do último sábado (12). Ao longo das últimas 24 horas, o quadro piorou, implicando na colocação de suspeitos algemados na recepção da unidade. A Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) tenta uma solução de emergência.
A cela destinada para os presos tem capacidade para cinco suspeitos, mas, hoje, a central tem 14.
De acordo com os agentes que estão de plantão na central, sem espaço para acomodar os suspeitos levados pelas equipe da Polícia Militar a única solução encontrada pela equipe foi colocar os presos algemados nos bancos que são destinados para recepcionar à população.
Segundo os policiais, até agora nenhuma solução foi dada e não há informação sobre o remanejamento dos presos.
"A situação da central está insustentável. É preciso fazer algo urgentemente. Do jeito que está, não tem com ficar. A tendência é piorar e muito. Outros suspeitos devem chegar aqui nas próximas horas e como vamos ficar?", indagou um agente que pediu para não ser identificado. Sem espaço na cela, os suspeitos estão fazendo necessidades em sacolas plásticas e garrafas pets.
Segundo o secretário de Ressocialização e Inclusão Social, tenente-coronel Marcos Sérgio Freitas, a pasta vai pedir a Procuradoria-Geral do Estado para aumentar em 172 as vagas no Presídio do Agreste. Segundo ele, se aprovado, o projeto elaborado pelo corpo técnico da pasta deve resolver de uma vez por todas a superlotação na central e em outras delegacias do interior.
"Há um trabalho constante entre a Seris e a Secretaria de Segurança Pública para resolver esse quadro", explicou o secretário.
Por sua vez, o delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira, informou, por meio da assessoria de comunicação, que já fez contato com o sistema prisional e aguarda posição do órgão para promover a retirada dos presos o quanto antes.
A cela destinada para os presos tem capacidade para cinco suspeitos, mas, hoje, a central tem 14.
De acordo com os agentes que estão de plantão na central, sem espaço para acomodar os suspeitos levados pelas equipe da Polícia Militar a única solução encontrada pela equipe foi colocar os presos algemados nos bancos que são destinados para recepcionar à população.
Segundo os policiais, até agora nenhuma solução foi dada e não há informação sobre o remanejamento dos presos.
"A situação da central está insustentável. É preciso fazer algo urgentemente. Do jeito que está, não tem com ficar. A tendência é piorar e muito. Outros suspeitos devem chegar aqui nas próximas horas e como vamos ficar?", indagou um agente que pediu para não ser identificado. Sem espaço na cela, os suspeitos estão fazendo necessidades em sacolas plásticas e garrafas pets.
Segundo o secretário de Ressocialização e Inclusão Social, tenente-coronel Marcos Sérgio Freitas, a pasta vai pedir a Procuradoria-Geral do Estado para aumentar em 172 as vagas no Presídio do Agreste. Segundo ele, se aprovado, o projeto elaborado pelo corpo técnico da pasta deve resolver de uma vez por todas a superlotação na central e em outras delegacias do interior.
"Há um trabalho constante entre a Seris e a Secretaria de Segurança Pública para resolver esse quadro", explicou o secretário.
Por sua vez, o delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira, informou, por meio da assessoria de comunicação, que já fez contato com o sistema prisional e aguarda posição do órgão para promover a retirada dos presos o quanto antes.
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