Notícia sobre ameaça de tsunami atingir Orla de Maceió é falsa
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) esclarece algumas informações de procedência duvidosa que estão sendo disseminadas nas redes sociais, em mídias como WhatsApp, além de uma publicação em um jornal veiculado em Maceió.
O geólogo da Semarh, Wilton Rocha, explica que o fenômeno tsunami ocorre, geralmente, nas regiões do Oceano Pacífico e não no Oceano Atlântico, onde está localizada a costa brasileira.
Segundo o geólogo, é no Oceano Pacífico que as movimentações de placas tectônicas acontecem e consequentemente quando o foco é no oceano, a tsunami se forma.
“O que acontece no Oceano Atlântico é o inverso do Oceano Pacífico. A placa tectônica da África se afasta da placa da América do Sul e não provoca qualquer tipo de choque. Ou seja, o que foi noticiado e disseminado sobre um alerta de emergência de um tsunami em Maceió é completamente falso”, ressalta o geólogo.
O meteorologista da Sala de Alerta da Semarh, Vinícius Nunes Pinho, explica que a notícia publicada no jornal, bem como o que tem sido replicado nas redes sociais, destoa do foco principal do trabalho de órgãos que atuam na prevenção de desastres naturais no Estado de Alagoas, a exemplo da própria Semarh, Defesa Civil Estadual e Corpo de Bombeiros.
“A prevenção de desastres naturais são trabalhos desenvolvidos de forma séria e o Estado de Alagoas tem se valido destas ações no constante monitoramento de riscos contra a população. Notícias como as que estão sendo repercutidas não atentam para a nossa atual realidade”, finaliza o meteorologista.
Ressaca
A Capitania dos Portos de Alagoas comunicou que recebeu informe meteorológico do Centro de Hidrografia da Marinha alertando para ocorrência de ressaca entre as cidades de Maceió e Touros, no Rio Grande do Norte, com ondas de 2.5 metros de altura, de zero hora do dia 2 de novembro, até às 12h do dia 5 de novembro de 2016.
A Capitania dos Portos de Alagoas recomendou, ainda, que as embarcações de pequeno porte evitem navegar no mar nestes dias e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores e casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança. Há previsão que as condições climáticas melhorem a partir das 12h do dia 5 de novembro.
O geólogo da Semarh, Wilton Rocha, explica que o fenômeno tsunami ocorre, geralmente, nas regiões do Oceano Pacífico e não no Oceano Atlântico, onde está localizada a costa brasileira.
Segundo o geólogo, é no Oceano Pacífico que as movimentações de placas tectônicas acontecem e consequentemente quando o foco é no oceano, a tsunami se forma.
“O que acontece no Oceano Atlântico é o inverso do Oceano Pacífico. A placa tectônica da África se afasta da placa da América do Sul e não provoca qualquer tipo de choque. Ou seja, o que foi noticiado e disseminado sobre um alerta de emergência de um tsunami em Maceió é completamente falso”, ressalta o geólogo.
O meteorologista da Sala de Alerta da Semarh, Vinícius Nunes Pinho, explica que a notícia publicada no jornal, bem como o que tem sido replicado nas redes sociais, destoa do foco principal do trabalho de órgãos que atuam na prevenção de desastres naturais no Estado de Alagoas, a exemplo da própria Semarh, Defesa Civil Estadual e Corpo de Bombeiros.
“A prevenção de desastres naturais são trabalhos desenvolvidos de forma séria e o Estado de Alagoas tem se valido destas ações no constante monitoramento de riscos contra a população. Notícias como as que estão sendo repercutidas não atentam para a nossa atual realidade”, finaliza o meteorologista.
Ressaca
A Capitania dos Portos de Alagoas comunicou que recebeu informe meteorológico do Centro de Hidrografia da Marinha alertando para ocorrência de ressaca entre as cidades de Maceió e Touros, no Rio Grande do Norte, com ondas de 2.5 metros de altura, de zero hora do dia 2 de novembro, até às 12h do dia 5 de novembro de 2016.
A Capitania dos Portos de Alagoas recomendou, ainda, que as embarcações de pequeno porte evitem navegar no mar nestes dias e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores e casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança. Há previsão que as condições climáticas melhorem a partir das 12h do dia 5 de novembro.
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