'Estava muito cheirada, por isso aconteceu', diz jovem acusada de esquartejamento
“Eu estava muito doida, muito ‘cheirada’, por isso aconteceu”. Foi assim que Thayse Nascimento Duarte, de 19 anos, confessou ter participado no assassinato e esquartejamento de Genaldo dos Santos, no início de outubro. O crime, filmado e divulgado nas redes sociais, chocou o Estado.
A jovem foi presa nesta quinta-feira (27), em União dos Palmares, mas afirmou que ficou durante todo o tempo em que estava foragida em uma casa alugada no bairro Village Campestre, parte alta de Maceió.
Mãe de dois filhos, Thayse disse que não é usuária de drogas, mas que no dia do crime havia consumido cocaína. “Agora estou arrependida, só que não dá para voltar atrás. Vou ter que pagar pelo que fiz”, disse em entrevista coletiva.
A suspeita confessou ainda que não sabia que Genaldo, de 46 anos, era inocente. “Quem me disse que ele tinha matado duas crianças foi o taxista (Eduardo Fernandes dos Santos, responsável pelo transporte do bando e da vítima ao local onde o crime ocorreu)”, afirmou.
Segundo Thayse, o crime não foi premeditado, nem ordenado por pessoas ligadas ao tráfico. “Apenas me chamaram. Não foi nenhum traficante que mandou, eu não tenho contato com nenhum traficante”, disse.
Ainda em entrevista, a jovem explicou que manteve contato com a família, que a aconselhou a se entregar. “Eles ficaram chocados, porque não achavam que eu tinha capacidade de fazer isso. E quem me conhece sabe que eu não tenho capacidade de fazer isso, foi por que eu estava muito doida, ‘cheirada’”, finalizou.
A jovem foi presa nesta quinta-feira (27), em União dos Palmares, mas afirmou que ficou durante todo o tempo em que estava foragida em uma casa alugada no bairro Village Campestre, parte alta de Maceió.
Mãe de dois filhos, Thayse disse que não é usuária de drogas, mas que no dia do crime havia consumido cocaína. “Agora estou arrependida, só que não dá para voltar atrás. Vou ter que pagar pelo que fiz”, disse em entrevista coletiva.
A suspeita confessou ainda que não sabia que Genaldo, de 46 anos, era inocente. “Quem me disse que ele tinha matado duas crianças foi o taxista (Eduardo Fernandes dos Santos, responsável pelo transporte do bando e da vítima ao local onde o crime ocorreu)”, afirmou.
Segundo Thayse, o crime não foi premeditado, nem ordenado por pessoas ligadas ao tráfico. “Apenas me chamaram. Não foi nenhum traficante que mandou, eu não tenho contato com nenhum traficante”, disse.
Ainda em entrevista, a jovem explicou que manteve contato com a família, que a aconselhou a se entregar. “Eles ficaram chocados, porque não achavam que eu tinha capacidade de fazer isso. E quem me conhece sabe que eu não tenho capacidade de fazer isso, foi por que eu estava muito doida, ‘cheirada’”, finalizou.
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