Metodologia reconhecida pela Unesco é implantada no sistema prisional
Criar novos mecanismos de trabalho, reintegrar os apenados através do perdão e da fé. Nesta semana, os servidores penitenciários iniciaram uma nova metodologia de trabalho no sistema prisional com base na Escola do Perdão e Reconciliação (Espere). A metodologia está presente em vários países e ganhou a Menção Honrosa do Prêmio Unesco Educação para a Paz 2006.
A mudança de paradigma foi possível graças a capacitação ofertada pela Associação de Proteção e Assistência Carcerária (APAC) entre os dias 12 e 15 de outubro, com base na dinâmica de trabalho da Espera. Na ocasião, foram disseminadas técnicas para lidar com conflitos, promover a reconciliação, sem a intervenção judicial, e gerar uma convivência harmônica.
A supervisora de Educação da Seris, Genizete Tavares, ressalta que as diretrizes da Espere são fundamentais para dirimir conflitos, além de auxiliar na redução da população carcerária.
“A metodologia explora o histórico do acusado, desde a infância até a fase adulta, buscando descobrir as causas daquele comportamento e auxiliar na diminuição da reincidência”, enfatiza Genizete Tavares.
Escola do Perdão e Reconciliação
Nesta metodologia, grupos de pessoas se reúnem para eliminar a raiva, o ódio e o desejo de vingança,aprimorando as habilidades para acolher conflitos e favorecer uma convivência sem violência através do perdão.
Estuda-se o papel da raiva na reprodução da agressão, as habilidades emocionais, a punição e o perdão – resolvendo o conflito sem gerar um processo judicial.
A mudança de paradigma foi possível graças a capacitação ofertada pela Associação de Proteção e Assistência Carcerária (APAC) entre os dias 12 e 15 de outubro, com base na dinâmica de trabalho da Espera. Na ocasião, foram disseminadas técnicas para lidar com conflitos, promover a reconciliação, sem a intervenção judicial, e gerar uma convivência harmônica.
A supervisora de Educação da Seris, Genizete Tavares, ressalta que as diretrizes da Espere são fundamentais para dirimir conflitos, além de auxiliar na redução da população carcerária.
“A metodologia explora o histórico do acusado, desde a infância até a fase adulta, buscando descobrir as causas daquele comportamento e auxiliar na diminuição da reincidência”, enfatiza Genizete Tavares.
Escola do Perdão e Reconciliação
Nesta metodologia, grupos de pessoas se reúnem para eliminar a raiva, o ódio e o desejo de vingança,aprimorando as habilidades para acolher conflitos e favorecer uma convivência sem violência através do perdão.
Estuda-se o papel da raiva na reprodução da agressão, as habilidades emocionais, a punição e o perdão – resolvendo o conflito sem gerar um processo judicial.
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